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‘Super El Niño’ já promete efeitos para o Brasil; entenda o fenômeno e seus reflexos

22 abr 2026, 15:04 - atualizado em 22 abr 2026, 15:04
el niño la niña
(iStock.com/Toa55)

O fim do La Niña e o período atual da neutralidade climática no Pacífico já chama a atenção do agronegócio brasileiro para um possível retorno do El Niño, que deve influenciar o comportamento do clima nos próximos meses.

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Segundo o último boletim da NOAA (Agência Nacional Oceânia e Atmosférica dos Estados Unidos, há 61% do fenômeno climático se estabelecer nos próximos meses, entre maio e julho. Alguns especialistas já esperam um fenômeno de forte intensidade.

A sócia e meteorologista da Nottus, Desirée Brandt, apesar da formação nos próximos meses, o El Niño deve ganhar força apenas no segundo semestre.

De forma geral, o El Niño tende a provocar uma redistribuição das chuvas. No Sul do país, a expectativa é de volumes acima da média, o que pode favorecer algumas culturas, mas também aumenta o risco de excesso hídrico e dificuldades no campo.

Já no Centro-Oeste e no Norte, regiões-chave para a produção de grãos, o cenário costuma ser de maior irregularidade, com períodos de estiagem que podem comprometer o desenvolvimento das lavouras.

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“Está muito cedo para falar sobre a intensidade do fenômeno, mas seus efeitos serão sentidos no Brasil, com risco de seca para áreas do Matopiba e volumes de chuva mais irregulares para o Sudeste e Centro-Oeste, além do risco de ondas de calor. No Sul, o risco fica para eventos extremos de chuva”.

A recomendação, segundo a meteorologista, é de cautela e monitoramento constante. Mesmo com tendências já conhecidas, cada evento de El Niño tem suas particularidades — e entender esses detalhes pode ser decisivo para reduzir riscos e aproveitar oportunidades no campo.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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