Radar do mercado

Bradesco (BBDC4), Raízen (RAIZ4), Brava Energia (BRAV3) e outros destaques desta quarta-feira (22)

22 abr 2026, 10:11 - atualizado em 22 abr 2026, 10:11
dividendos bradesco
(Imagem: REUTERS)

A compra de participação remanescente do Banco BV na Tivio Capital pelo Bradesco (BBDC4), a nova proposta dos bancos credores da Raízen (RAIZ4) e os dividendos da Brava Energia (BRAV3), são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (22).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Bradesco (BBDC4) compra participação remanescente do Banco BV na Tivio Capital

O Bradesco (BBDC4) divulgou nesta segunda-feira (20) que concluiu a aquisição acionária da Tivio Capital com a compra da participação detida pelo Banco BV na gestora, mirando ampliar a oferta de produtos alternativos aos clientes.

“Percebemos a importância de oferecer aos nossos clientes exposição a produtos cada vez mais sofisticados, que ampliem a diversificação para além do risco tradicional de mercado”, afirmou Guilherme Leal, vice-presidente do Bradesco e chairman da Tivio Capital, em comunicado.

“Ao consolidar a Tivio, reforçamos uma frente estratégica para oferecer acesso qualificado a alternativos, com governança e especialização, acompanhando uma tendência global.”

A Tivio nasceu em 2023, quando a Bradesco comprou 51% do controle da BV Asset, criada em 1999. O anúncio da operação ocorreu em agosto de 2022, mas sua conclusão apenas em fevereiro de 2023.

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Raízen (RAIZ4) tem mais uma proposta de reestruturação na mesa, diz site

A Raízen (RAIZ4) recebeu uma nova proposta de reestruturação de dívida, por parte dos bancos credores, de acordo com fontes a par do assunto ouvidas pela Bloomberg News.

O plano dos credores, segundo o jornal, prevê que 30% dos recursos obtidos com a vendas dos ativos da companhia na Argentina sejam utilizados para redução de dívida.

Entre as propostas apresentadas também está a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen. Esse ponto reitera um pedido anterior dos detentores de títulos.

Enquanto os detentores de títulos solicitaram R$ 8 bilhões, a proposta dos bancos credores não especifica um valor.

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A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Shell, entrou com um pedido de recuperação extrajudicial em março deste ano, com uma dívida de R$ 65 bilhões para lidar. A companhia vem negociando com credores um acordo para evitar a recuperação judicial.

Brava Energia (BRAV3) aprova mais de R$ 57 milhões em dividendos

A Brava Energia (BRAV3) aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios referentes ao exercício de 2025, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (20), após a realização de sua Assembleia Geral Ordinária (AGO).

O montante total a ser distribuído soma R$ 57,4 milhões, o equivalente a R$ 0,1236 por ação.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição na base da empresa até esta segunda-feira (20). A partir de 22 de abril, os papéis passam a ser negociados na condição de “ex-dividendos”. O pagamento está previsto para 1º de maio.

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Squadra eleva participação na Multiplan (MULT3)

A Multiplan (MULT3) informou nesta segunda-feira (20) que recebeu comunicado da Squadra Investimentos sobre o aumento de sua participação acionária na companhia.

Segundo o documento, fundos e carteiras geridos pela Squadra passaram a deter 25.283.037 ações ordinárias da Multiplan, o equivalente a 4,93% do total de papéis emitidos pela empresa.

Do total informado, cerca de 1,44 milhão de ações estão atualmente cedidas em operações de empréstimo.

Em comunicado, a gestora destacou que a movimentação não tem como objetivo alterar o controle ou a estrutura administrativa da companhia, seguindo o previsto na regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Movida (MOVI3) reporta lucro líquido R$ 124,6 milhões em prévia do 1T26

A Movida (MOVI3) divulgou ao mercado nesta quarta-feira (22) a prévia dos resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), em números não auditados.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 124,6 milhões, sendo o maior registrado em um trimestre nos últimos 4 anos, com crescimento de 59% ante o primeiro trimestre de 2025 e 83% superior ao consenso
de mercado.

O desempenho ficou dentro do guidance (projeção) da companhia de lucro entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões e superou previsões no mercado.

“Os resultados do 1T26 mostram a consistência das entregas, pautadas em melhorias da performance operacional, financeira e da qualidade no nível de serviço para o cliente, em linha com nosso planejamento estratégico, transformando de forma contínua os indicadores de rentabilidade e a geração de valor da Movida”, diz a companhia.

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A Movida destaca ainda a expansão de 20%, para R$ 152 milhões, no Ebit (lucro antes de juros e impostos) do primeiro trimestre de 2026, ante o mesmo período em 2025. A empresa atribui o resultado a execução do planejamento estratégico.

Lucro líquido do IRB(Re) (IRBR3) recua a R$ 11,5 milhões em fevereiro

O IRB(Re) (IRBR3) registrou lucro líquido de R$ 11,5 milhões em fevereiro, abaixo dos R$ 30,2 milhões registrados no mesmo mês do ano passado, com piora no resultado de underwriting e no índice de sinistralidade.

Os prêmios emitidos aumentaram de R$ 185,9 milhões em fevereiro de 2025 para R$ 399,4 milhões, assim como os prêmios retidos — de R$ 97,1 milhões para R$ 205,6 milhões — e os prêmios ganhos — de R$ 227,2 milhões para R$ 265,5 milhões.

O resultado de “underwriting”, porém, ficou em R$ 19,8 milhões, abaixo dos R$ 23,2 milhões registrados um ano antes, conforme planilha publicada pelo ressegurador em seu site na última segunda-feira (20).

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O índice de sinistralidade do IRB(Re) passou de 63,9% para 73,6%.

ISA Energia (ISAE4) inicia operação do projeto Jacarandá e libera nova receita

A ISA Energia (ISAE3; ISAE4) anunciou, na manhã desta quarta-feira (22), o início da operação comercial do projeto Jacarandá ao obter do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) o Termo de Liberação Definitivo (TLD). A autorização foi concedida em 17 de abril, com efeitos retroativos ao dia 11.

Segundo comunicado divulgado ao mercado, o empreendimento, arrematado no Leilão de Transmissão nº 01/2022 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), envolveu a ampliação da Subestação Água Azul.

A estrutura recebeu 60 mil metros quadrados adicionais de área, com expansão do pátio de 440 quilovolt (kV) e a implantação de um novo pátio de 88 kV.

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O projeto incluiu ainda a instalação de sete transformadores de potência, elevando a capacidade da subestação em 600 megavolt-ampere (MVA) e reforçando o atendimento ao sistema elétrico local.

Energisa (ENGI11) assina memorando com Itaú (ITUB4) para aporte de R$ 1,4 bilhão na Denerge

A Energisa (ENGI11) assinou memorando de entendimentos não vinculante (MoU) com o Itaú (ITUB4) para um aporte estimado em R$ 1,4 bilhão na Denerge, ligada à companhia.

O acordo prevê que o banco subscreva a totalidade das ações preferenciais a serem emitidas pela Denerge. Após a operação, o Itaú terá participação minoritária direta na Denerge e, por meio dela, participação indireta em empresas como a Rede Energia, EMS (Energisa Mato Grosso do Sul), ESS (Energisa Sul-Sudeste) e EMT (Energisa Mato Grosso).

A transação depende do cumprimento de condições precedentes previstas no MoU, incluindo aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os termos finais serão definidos em documentos definitivos, como acordo de investimento e acordo de acionistas, a serem negociados entre Energisa, Nova Denerge, Denerge e Itaú.

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Sequoia (SEQL3) vende ativos para o Mercado Livre (MELI34) por US$ 7,5 milhões

A Sequoia (SEQL3) realizou a venda de ativos para a Ebazar.com.br Ltda., sociedade integrante do grupo Mercado Livre (MELI34), pelo valor total de US$ 7,5 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta quarta-feira (22).

Entre os ativos operacionais previstos na venda, está o equipamento chamado Mega Sorter Damon, instalado no Centro de Distribuição localizado no Campus Mangels em São Bernardo do Campo-SP.

Além disso, o contrato firmado entre as partes prevê a transferência total do contrato de locação do Centro de Distribuição localizado no Campus Mangels para o Mercado Livre, conforme já autorizado pelo locador, em cumprimento de uma condição precedente para a venda dos ativos operacionais da Sequoia.

BRB assina acordo com Quadra Capital para vender R$15 bi em ativos ligados ao Banco Master

O Banco de Brasília (BRB) disse na noite de segunda-feira (20) que assinou um memorando de entendimento com a Quadra Capital para a criação de um fundo de investimento destinado à transferência de ativos oriundos de operações recebidas pelo BRB do Banco Master, com valor de referência de R$ 15 bilhões.

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Segundo o documento, a operação visa a alienação dos ativos com o objetivo de fortalecer a estrutura de capital e liquidez do BRB.

Do total de R$15 bilhões, entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões devem ser pagos à vista, enquanto o restante deve ser convertido em cotas subordinadas do fundo de investimento que deve ser criado para a gestão e monetização dos ativos.

A efetivação da operação estará sujeita ao atendimento de condições precedentes previstas no memorando, acrescentou.

Copasa (CSMG3) diz à CVM que decisão do TCE não impede oferta e nega “freio” na desestatização

A Copasa (CSMG3) afirmou nesta segunda-feira (20) que a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) não impede a realização de uma eventual oferta subsequente de ações no âmbito do processo de desestatização da companhia.

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O esclarecimento foi prestado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após questionamentos do regulador motivados por reportagem que indicava entraves à privatização da estatal.

Segundo a companhia, o TCE-MG concedeu decisão liminar com deferimento parcial, autorizando a continuidade de etapas preparatórias da operação, mas recomendando que atos definitivos aguardem manifestação conclusiva da corte.

“A decisão não impõe vedação à oferta ou aos atos relacionados”, afirmou a empresa no comunicado.

Positivo (POSI3) contrata empréstimo de até R$ 300 milhões com BNDES

O grupo Positivo Tecnologia (POSI3) disse nesta quarta-feira (22) que contratou com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um financiamento no montante total de até R$ 300 milhões.

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Conforme comunicado ao mercado, o empréstimo será dividido em três subcréditos e os desembolsos devem começar ainda dentro do primeiro semestre de 2026.

O financiamento, que foi realizado no âmbito do Produto FINEM do Programa BNDES Mais Inovação, apoiará o plano de inovação tecnológica da Positivo de 2026 a 2028, acrescentou a companhia.

O grupo disse que o financiamento também contribuirá para o alongamento do perfil de endividamento e redução dos custos.

*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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