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Petrobras (PETR3;PETR4) avança com alta do petróleo; XP vê estatal e Prio (PRIO3) como maiores beneficiadas pela guerra

20 abr 2026, 13:16 - atualizado em 20 abr 2026, 13:16
Petrobras PETR4 dividendos
(Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Flickr)

A Petrobras (PETR3;PETR4) sobe mais de 1% com a alta do petróleo tipo Brent após o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã e as incertezas quanto a um acordo entre Estados Unidos e Irã no curto prazo.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, também anunciou que negociadores viajaram para Islamabad, no Paquistão, para mais uma rodada de negociações. Por outro lado, a participação do Irã seria supostamente incerta.

Por volta das 12h27 (horário de Brasília), PETR4 avançava 1,47% (R$ 46,90), enquanto PETR3 registrava alta de 1,79% (R$ 51,72). A ação preferencial da estatal liderava as negociações do índice, com mais de 29,3 mil negócios e giro de capital de R$ 756,4 milhões.

Os contratos futuros do Brent no mesmo horário tinham ganho de quase 5%, operando a US$ 95,36 o barril.



Volatilidade do Brent afeta petroleiras

Diante da volatilidade do petróleo, a XP Investimentos considera difícil ter convicção quanto a qualquer cenário específico da dinâmica de preços da commodity.

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Na visão da corretora, Petrobras e Prio (PRIO3) oferecem o melhor equilíbrio entre risco e retorno, com yields atraentes em 2026 de cerca de 11% e 20%, respectivamente, assumindo o Brent a US$ 80 o barril, uma vez que as duas ações são as mais expostas à alta nos preços.

Nas estimativas da XP, a sensibilidade dos rendimentos do fluxo de caixa livre (FCFE yields) para cada aumento de US$ 10 o barril nos preços do Brent é de aproximadamente um acréscimo de 2 pontos percentuais para a Brava Energia (BRAV3), de 3 pp para a PetroReconcavo (RECV3), de 3,5 pontos para a Petrobras e de 4 pontos para a Prio. Os cálculos incluem os efeitos de hedge e do imposto de exportação de 120 dias.

Para a corretora, as distribuidoras de combustível, como Vibra Energia (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3) também se beneficiam indiretamente dos preços mais altos do petróleo, uma vez que os preços domésticos na saída da refinaria permanecem abaixo da paridade.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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