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O mercado de criptomoedas não tem botão de emergência. Então, até onde vai o Bitcoin (BTC)? Essas e outras notícias destaque no Crypto Times

31 maio 2026, 11:00 - atualizado em 29 maio 2026, 10:51
Bitcoin (BTC) não tem 'circuit breaker'. E agora? (Imagem: Copilot)
Bitcoin (BTC) não tem 'circuit breaker'. E agora? (Imagem: Copilot)

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Você já deve ter ouvido falar do tal circuit breaker das bolsas. Ele é o principal “botão de emergência” dos mercados de capitais quando a coisa começa a esquentar e tudo parece que vai desabar sem fim — literalmente falando.

A história dele é curiosa. O primeiro surgiu como uma resposta direta à “Segunda-feira Negra” (Black Monday), em 19 de outubro de 1987, quando o índice Dow Jones desabou mais de 20% em um único dia.

Uma história curiosa e que já faz parte do imaginário popular dos operadores do mercado — portanto, pouco importa se é verdade ou não — é que, durante a crise de 1929, a bolsa americana estava prestes a colapsar devido às sucessivas ordens de venda sendo computadas.

As muito rudimentares máquinas daquela época apontavam para uma única direção: a queda seria brutal e imediata, uma quebradeira em tempo real.

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Um sábio estagiário (este ponto foi acrescido por este que conta o conto) encontrou a única solução possível: puxar tudo da tomada, interrompendo os circuitos (daí o nome).

Acontece que o mercado de criptomoedas não tem tal mecanismo. As negociações 24/7 permitem que qualquer um, em qualquer lugar, compre ou venda bitcoin (BTC) e criptomoedas como bem entender.

Por sorte, analistas e operadores desse mercado conseguem usar os números de contratos futuros para prever quando as quedas ou saltos tendem a chegar ao seu limite.

Você pode ler aqui quais são as projeções dos especialistas e se preparar para o atual momento do mercado de criptomoedas, após o bitcoin ter perdido o suporte dos US$ 75 mil.

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Fique agora com as matérias mais lidas da semana no Crypto Times.

Um forte abraço,

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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