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Maior ETF de Bitcoin (BTC) do mundo, IBIT tem negociação de US$ 1,3 bilhão em dark pool e derruba mercado

28 maio 2026, 9:24 - atualizado em 28 maio 2026, 9:24
Logo da BlackRock em tela da Bolsa de Valores de Nova York 21/07/2022 (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)
Logo da BlackRock em tela da Bolsa de Valores de Nova York 21/07/2022 REUTERS/Brendan McDermid

Um bloco de US$ 1,3 bilhão em papéis do iShares Bitcoin Trust (IBIT), o maior fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de Bitcoin (BTC) do mundo, gerido pela BlackRock, foi negociado em um dark pool na manhã da última terça-feira (26), marcando uma das maiores transações fora de bolsa desde que esses produtos foram lançados.

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Uma dark pool nada mais é do que uma negociação fora das bolsas tradicionais e entre investidores privados. Em geral, gestoras usam esse tipo de ambiente para transacionar grandes montantes e evitar que isso se reflita no preço do ativo, no caso, do ETF.

De acordo com dados do Decrypt, quase 29 milhões de papéis do ETF foram executadas, superando amplamente todas as outras negociações da sessão.

A venda ocorreu enquanto os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA estendiam sua sequência de saídas da ordem de mais de US$ 2,2 bilhões em duas semanas. Só o IBIT perdeu mais de US$ 527 milhões líquidos naquela terça-feira, de acordo com o portal SoSoValue.

Saídas dos ETFs de Bitcoin (BTC) expõem sentimento negativo

A transação evidencia uma tensão crítica: vendas institucionais massivas estão acontecendo fora das bolsas para evitar impacto no livro de ordens.

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Vale lembrar que foi a aquisição dessa classe de investidores para a criação dos ETFs spot (à vista) de Bitcoin que fez a criptomoeda saltar para as máximas históricas no ano passado.

Apesar da negociação não ter tido um efeito imediato nos preços do BTC, a criptomoeda sentiu o efeito atrasado, tanto nos preços quanto no sentimento do mercado. Por volta das 7h15, a maior criptomoeda do mundo registrava uma queda de 3,34%, sendo negociada a US$ 73,2 mil.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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