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MARA Holdings: Maior mineradora de bitcoin (BTC) do mundo tem prejuízo de US$ 611,3 milhões e ações caem

07 ago 2026, 11:04
MARA Holdings, a maior mineradora de bitcoin (BTC) listada em bolsa e com maior caixa em BTC (Imagem Divulgação)
MARA Holdings, a maior mineradora de bitcoin (BTC) listada em bolsa e com maior caixa em BTC (Imagem Divulgação)

A maior mineradora de bitcoin (BTC) do mundo e quarta maior empresa com a criptomoeda em caixa do mundo, a MARA Holdings (MARA) publicou seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2026 (2T26) na manhã desta sexta-feira (7).

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Após reportar um prejuízo líquido de US$ 611,3 milhões e um balanço bastante negativo, os papéis da empresa de mineração recuavam nas primeiras horas do pregão.



A receita caiu 27% na comparação anual, para US$ 174,9 milhões, enquanto o Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado negativo em US$ 360,9 milhões, segundo a apresentação oficial.

Produção de bitcoin (BTC) da MARA Holdings (MARA)

O carro-chefe dos negócios é a mineração, encarteiramento e venda da maior criptomoeda do mundo.

A produção de BTC cresceu 3%, para 2.422 unidades no trimestre, com o hashrate energizado atingindo 70,3 EH/s, alta de 22% frente aos 57,4 EH/s registrados um ano antes, no mesmo intervalo.

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Ainda, a empresa vendeu 2.213 BTC no 2T26, após já ter vendido 20.880 BTC no primeiro trimestre. O custo por petahash (PH) por dia caiu 4%, de US$ 28,70 para US$ 27,70, enquanto o número de blocos minerados subiu 1%, para 700.

Apesar da melhora operacional, a queda da receita da empresa é explicada pela queda no preço médio do BTC, que caiu significativamente no trimestre.

Segundo dados da própria empresa, o preço médio por bitcoin minerado caiu de US$ 98.975 no segundo trimestre de 2025 para US$ 71.325 no mesmo intervalo de 2026.

Foco em inteligência artificial (IA)

Após o encerramento do trimestre, a empresa ofereceu 18.750 BTC como garantia em operações de crédito, enquanto continuou expandindo sua estratégia de infraestrutura voltada para inteligência artificial (IA).

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Serão duas linhas de crédito estruturadas que devem adicionar US$ 600 milhões de capacidade de financiamento à empresa.

Os recursos poderão ser utilizados para fins corporativos gerais, incluindo a planejada aquisição da Long Ridge, uma empresa de energia dos Estados Unidos que opera uma usina movida a gás natural em Hannibal, Ohio, e que ganhou destaque recente após um acordo de aquisição multibilionário pela MARA.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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