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IRB(Re) tem lucro de R$ 101 milhões no 1º trimestre e volta a pagar dividendos

05 maio 2026, 7:00 - atualizado em 05 maio 2026, 7:00
IRB
(Imagem: Divulgação)

O IRB(Re) (IRBR3) divulgou noite desta segunda-feira (4) que teve lucro líquido de R$ 101,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 14,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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A empresa também anunciou a retomada do pagamento de proventos aos acionistas, com a aprovação pelo conselho de R$ 77,9 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), que será distribuído em maio, junho e julho deste ano. Também foi aprovado no primeiro trimestre a distribuição de R$ 48,6 milhões em dividendos.

No comunicado ao mercado, a companhia afirmou que o “primeiro trimestre foi marcado por um ambiente macroeconômico e setorial desafiador, caracterizado por elevada volatilidade geopolítica e mudanças na percepção global de risco, impactados pelo cenário de guerra entre Estados Unidos e Irã”.

“Não há exposição direta à região do Irã e no Oriente Médio é muito baixa, visto que nosso foco internacional é no desenvolvimento de operações na América Latina, Europa e Estados Unidos”.

Já o resultado financeiro e patrimonial ficou em R$ 170 milhões no 1T26, queda de 19 na comparação anual, enquanto o resultado de subscrição foi de R$ 180 milhões, 74,5% maior em relação ao mesmo período de 2025.

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Os prêmios emitidos somaram R$ 1,28 bilhão no primeiro trimestre, alta de 3,2% em um ano. Já os prêmios retidos, que descontam os riscos repassados pelo IRB a outros agentes, somaram R$ 896 milhões no 1T26, queda de 8% em um ano.

A sinistralidade caiu 8,5 pontos porcentuais (p.p.) em um ano, para 58%. Já o índice retrocessão subiu 8,5 p.p., indo para 30,4% no primeiro trimestre.

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Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
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