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Bitcoin (BTC) tem ajuste após tocar os US$ 80 mil; balanços e inflação mexem com o preço das criptomoedas hoje (26)

26 ago 2026, 11:33
Bitcoin (BTC) e a gangorra de preços (Imagem Copilot)
Bitcoin (BTC) e a gangorra de preços (Imagem Copilot)

O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 78 mil na manhã desta quarta-feira (26), com uma leve queda nas primeiras horas da manhã.

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O mercado global de criptomoedas sente um ajuste de cotações após o rali recente de preços. Mesmo assim, os principais tokens do setor ainda registram ganhos de mais de 30% na semana.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta. Tanto na abertura da Europa quanto no pré-mercado dos Estados Unidos o viés é misto.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#Criptomoeda (Ticker)Preço24h7dYTD
1Bitcoin (BTC)US$ 78.200,75-1,29%19,67%-10,64%
2Ethereum (ETH)US$ 2.448,73-1,07%26,49%-17,47%
3Tether (USDT)US$ 0,99980,01%0,07%0,14%
4BNB (BNB)US$ 699,48-0,30%15,57%-18,97%
5XRP (XRP)US$ 1,38-5,83%35,92%-24,87%
6USDC (USDC)US$ 0,9999-0,02%0,01%0,02%
7Solana (SOL)US$ 96,25-1,71%22,60%-22,67%
8TRON (TRX)US$ 0,3346-2,18%0,79%17,73%
9Hyperliquid (HYPE)US$ 81,650,68%38,83%221,08%
10Dogecoin (DOGE)US$ 0,08540-4,00%21,10%-27,19%

Bitcoin (BTC) se ajusta com balanços e inflação

Após o rali recente de preços, que fez a maior criptomoeda do mundo atingir o patamar de US$ 80,8 mil, os investidores voltaram suas atenções para os dados do dia.

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O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos Estados Unidos subiu 0,2% em julho, e, no acumulado do ano, a inflação preferida do Federal Reserve apontou para alta de 3,7% — acima da meta de 2% perseguida pelo banco central norte-americano. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 3,6% para o PCE.

O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% no mês. No comparativo anual, o núcleo subiu 3,3%. A desaceleração da inflação nos últimos dois meses reforçou a posição da maioria dos membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), que votou pela manutenção dos juros entre 3,50% e 3,75% em julho — patamar vigente desde dezembro.

Uma desaceleração mais intensa da inflação pode abrir espaço para um corte de juros nos Estados Unidos, ainda que este não seja o cenário que tem se desenhado nos últimos meses.

Por hoje, as atenções se voltam para o balanço da Nvidia (NVDA) após o fechamento dos mercados. Os resultados servirão como termômetro do apetite dos investidores por teses envolvendo inteligência artificial (IA). Leia mais aqui e saiba o que esperar.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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