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Bitcoin (BTC) recupera os US$ 62 mil, mas mercado segue pressionado pela inflação; veja preços nesta quinta-feira (11)

11 jun 2026, 8:24 - atualizado em 11 jun 2026, 9:18
Escalada de preços do Bitcoin (BTC) (Imagem Copilot)
Escalada de preços do Bitcoin (BTC) (Imagem Copilot)

O Bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 62 mil na manhã esta quinta-feira (11), com uma alta de 2% nas primeiras horas do dia.

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O mercado global de criptomoedas opera movimento de recuperação nas últimas 24h após as fortes perdas recentes.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam mistas. O mercado europeu opera no positivo, enquanto os futuros de Nova York avançam nesta manhã.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#Criptomoeda (Ticker)Preço24h7dYTD
1Bitcoin (BTC)US$ 63.087,153,34%1,41%-27,91%
2Ethereum (ETH)US$ 1.657,822,48%-4,28%-44,13%
3Tether (USDT)US$ 0,9988-0,04%0,02%0,04%
4BNB (BNB)US$ 598,692,89%1,48%-30,65%
5USDC (USDC)US$ 0,99970,01%0,01%0,00%
6XRP (XRP)US$ 1,111,23%-2,25%-39,10%
7Solana (SOL)US$ 65,393,39%-3,27%-47,46%
8TRON (TRX)US$ 0,3214-0,22%-1,90%13,08%
9Dogecoin (DOGE)US$ 0,084982,28%-2,50%-27,55%
10Hyperliquid (HYPE)US$ 56,621,19%-13,19%122,64%
Fonte: Coin Market Cap.

Bitcoin (BTC) e a pressão nos preços

O relatório de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos mostrou que a inflação de maio atingiu o nível mais alto em quase três anos.

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Na comparação anual, o CPI subiu 4,2% em maio. Os preços de energia saltaram 23,5% em relação ao ano anterior, enquanto a gasolina avançou 40,5% — respondendo por mais de 60% do aumento total da inflação no mês.

Mais uma vez, as tensões geopolíticas no Oriente Médio e os riscos de oferta de combustíveis envolvendo o Estreito de Ormuz se tornaram grandes motores da pressão inflacionária global.

Isso pode gerar uma postura mais agressiva do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) contra a alta de preços.

O aperto monetário nos EUA e nas principais economias do globo pode reduzir ainda mais a liquidez do mercado, o que tende a manter os preços das criptomoedas pressionados por um período maior.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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