Banco Inter

Banco Inter dispara 16%, mas termina estável em estreia

30 abr 2018, 17:20 - atualizado em 30 abr 2018, 21:52

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Investing.com – As units do Banco Inter (BIDI11) iniciaram a sessão desta segunda-feira com forte valorização de 16%, mas perderam força com o passar da manhã e terminaram estáveis. As units foram precificadas a R$ 74 no IPO que aconteceu na quinta-feira (30).

O banco digital precificou sua oferta pública inicial em R$ 18,50 por ação, perto do piso da faixa indicativa. A faixa de preço pretendida pelo banco digital era de R$ 18 a R$ 23, com o Bradesco BBI coordenando a operação.

Acionistas e o banco levantaram R$ 721,9 milhões com a oferta. Duas companhias de investimento, Squadra Investimentos e Atmos Gestão de Recursos, compraram cerca de R$ 200 milhões em ações na oferta. Deste total, R$ 541,463 são da oferta primária e vão para a companhia, enquanto o restante, R$ 180,48 milhões serão destinados aos acionistas vendedores.

O Banco Inter possui 24 anos de mercado e é a primeira fintech listada na B3, sendo referência em ambiente digital – dentro e fora do país. Nos últimos três anos lançou sua plataforma de varejo digital alcançando assim todo território nacional e mais de 500 mil clientes digitais.

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Seu modelo de negócio é único ao aliar os mais de 20 anos de experiência e histórico na indústria bancária com a inovação das fintechs. É o braço financeiro das operações do grupo da MRV Engenharia (MRVE3), da família Menin, servindo como braço de financiamento das operações.

“Acreditamos que a decisão da instituição de conduzir um processo de abertura de capital representa uma atitude fundamental para o seu desenvolvimento e crescimento. Entendemos que esse processo é resultado de um trabalho intenso, sempre focado em empreender com responsabilidade e eficiência”, afirmou Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

Em seu discurso, João Vitor Menin, presidente do Banco Inter, disse que a decisão da empresa de se listar no mercado local é óbvia. “Somos uma empresa brasileira, feita por funcionários brasileiros e com clientes brasileiros. Nada mais justo e mais natural do que se listar no Brasil”.

Por Investing.com

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