Tempo real: Ibovespa (IBOV) derrete 1% com fiscal e tensões geopolíticas
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RESUMO: O Ibovespa, que parecia caminhar para alta sustentável após a boa notícia da elevação do rating do Brasil pela Moodys, entornou o caldo e desabou nesta quinta-feira. O índice fechou em queda de 1,38%, a 131.671 pontos.
A queda foi generalizada, puxada principalmente por Vale (VALE3) e os bancos, como Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4). Somente nove ativos fecharam em alta.
O tombo até poderia ter sido pior, não fosse a alta da Petrobras (PETR4), que subiu 1,12%. A ação refletiu a disparada do petróleo. Os contratos do Brent, usado como referência pela estatal, subiram nada menos que 5% em meio ao conflito no Oriente Médio.
De acordo com analistas, o ‘freio’ do investidor foi puxado, em parte, pelo fiscal brasileiro.
O mercado também segue de olho nos desdobramentos da tensão entre Israel e Irã.
Uma alta expressiva e contínua do petróleo, por exemplo, pode ‘bater’ na inflação, tanto no Brasil como em outros países, como nos Estados Unidos, onde se vive um período de corte das taxas.
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