O Carrefour (CRFB3) irá aumentar o preço por ação para retirar sua filial da bolsa, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (3).
Segundo o comunicado, agora a varejista francesa pagará R$ 8,50 por ação, antes em R$ 7,70.
Resumo: O Ibovespa (IBOV) tentou ‘driblar’ a forte cautela internacional após o tarifaço de Trump e chegou a superar os 132 mil pontos durante a sessão. Mas, em meio a queda dos ‘pesos-pesados’, o índice encerrou a sessão próximo da estabilidade.
Nesta quinta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.140,65 pontos, com leve queda de 0,04%.
Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6281, com recuo de 1,20% sobre o real — no menor nível em seis meses.
A Raízen (RAIZ4) informou nesta quinta-feira (3) que o Baillie Gifford Overseas Limited, gestora fundada em Edimburgo, na Escócia, reduziu sua participação na companhia.
Com isso, o grupo passa a deter um total de 134.674.091 ações, correspondentes a 9,91% do total das ações preferenciais de emissão da companhia.
Ricardo Mussa, ex-CEO da Raízen (RAIZ4), conversou com o Money Times nesta semana e falou sobre sua saída do comando da companhia em novembro de 2024.
O executivo se referiu a Raízen como uma super empresa e disse ter um carinho enorme pelo grupo todo. Mussa ressaltou que houve uma mudança no momento do mercado, que exigia uma outra postura para o grupo Cosan (CSAN3), o que para ele é super compreensível.
A AgroGalaxy (AGXY3), que está em recuperação judicial, comunicou o mercado nesta quinta-feira (3) que aprovou o grupamento da totalidade das ações na proporção 15 ações para 1 (15:1), sem modificação do capital social.
Com isso, o capital social se mantém em R$ 1,001 bilhão, passando a ser dividido em 16.969.571 ações.
O ex-CEO da Raízen (RAIZ4), Ricardo Mussa, que ficou à frente da maior produtora global de etanol de cana-de-açúcar do mundo entre 2020 e fim de 2024, falou sobre o projeto da “super cana” em entrevista ao Money Times.
A variedade que ganhou as atenções do noticiário sucroenergético no começo deste ano, é o grande projeto e aposta do empresário Eike Batista, que já recebeu uma promessa de aporte de US$ 500 milhões do grupo de investimentos Brasilinvest, do empresário Mário Garneiro
Já a ponta positiva foi dominada pelas companhias cíclicas, principalmente, do setor de varejo, com o alívio na curva de juros.
Os papéis considerados ‘defensivos’, como as elétricas, também se destacaram entre as maiores altas do pregão.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (3):
> Auren (AURE3): +7,58%, a R$ 7,95
> Magazine Luiza (MGLU3): +5,45%, a R$ 11,80
> Iguatemi (IGTI11): +5,12%, a R$ 19,52
> Engie (EGIE3): +4,74%, a R$ 39,98
> Rumo (RAIL3): +4,62%, a R$ 17,65
As petroleiras lideraram a ponta negativa do Ibovespa. Brava Energia (BRAV3) registrou a maior perda do setor e do principal índice da bolsa brasileira com recuo de mais de 7%.
A derrocada dos papéis da companhia está ligada ao desempenho do petróleo no mercado internacional. O contrato mais líquido do Brent, referência mundial, para junho despencou mais de 6% nesta quinta-feira (3), em reação à decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) em aumentar a produção a partir de maio e ao plano tarifário dos Estados Unidos.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (3):
> Brava Energia (BRAV3): -7,18%, a R$ 21,06
> Prio (PRIO3): -6,95%, a R$ 36,83
> São Martinho (SMTO3): -5,79%, a R$ 20,03
> PetroReconcavo (RECV3): -5,54%, a R$ 15,70
> Suzano (SUZB3): -4,43%, a R$ 51,07
Duas estatais mineiras, Cemig (CMIG4) e Copasa (CSMG3), despontam entre boas pagadoras de dividendos, mas qual é a melhor? Para o Safra, no momento, a Copasa oferece mais oportunidade.
O banco retirou a elétrica de sua carteira de dividendos para abril para colocar a empresa de saneamento. Segundo o banco, houve decepção com os resultados do quarto trimestre e os dividendos anunciados, mas a queda recente parece bastante exagerada, abrindo uma oportunidade de compra.
O Ibovespa (IBOV) tentou driblar a forte cautela internacional após o tarifaço de Trump e chegou a superar os 132 mil pontos durante a sessão. Mas, em meio a queda dos pesos-pesados, o índice encerrou a sessão próximo da estabilidade.
Nesta quinta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.140,65 pontos, com leve queda de 0,04%.
O dólar à vista (USDBRL) fechou em forte queda, em sessão marcada pela elevação da aversão ao risco após o ‘tarifaço’ de Trump. Nesta quinta-feira (3), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,6281, com queda de 1,20% — no menor valor desde outubro de 2024.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (03) em baixa de -0,07%, aos 131.096,59 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no intitulado “Dia da Libertação”, adotou tarifas particulares para diferentes países na quarta-feira (2), com uma taxa mínima de 10% para o Brasil.
Leandro Gilio, professor e pesquisador do Insper Agro Global, lembra que os EUA têm com um déficit comercial com o Brasil no que se refere a produtos do agronegócio, como celulose, madeira, papel, suco de laranja, açúcar, etanol e carnes.
Exportadores do Brasil podem sair ganhando na guerra tarifária global, com aumento da demanda da China e novas oportunidades comerciais, disse o The Wall Street Journal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no início daF noite da última quarta-feira (2) tarifas recíprocas à diversos países. As importações brasileiras foram taxadas em 10%, o menor nível entre os países anunciados.
O prêmio oferecido pelo Carrefour França para o fechamento do capital do Carrefour Brasil (CRFB3) — ou Atacadão — não agrada os acionistas minoritários e, às vésperas da assembleia que deve determinar os próximos passos dessa história, novos desdobramentos se somam ao cenário.
Segundo informações do Valor Econômico, as empresas de votação por procuração Glass Lewis e ISS aconselharam os acionistas do Carrefour Brasil a votarem contra a proposta de fechamento de capital da empresa.
A XP Investimentos elevou a expectativa para a inflação de 2026 de 4,5% para 4,7%, devido ao impacto da reforma do Imposto de Renda. Para 2025, a perspectiva para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permanece em 6%, uma vez que a casa reconhece os riscos relacionados à dinâmica cambial.
Se confirmadas as projeções, a inflação ficará acima do teto da meta por três anos seguidos, embora com sinais mais claros de convergência a partir de 2027.
Os preços do ouro fecharam em queda, em dia de forte aversão ao risco impulsionado pelo ‘tarifaço’ dos Estados Unidos, anunciado pelo presidente Donald Trump ontem (2).
O contrato do ouro para junho caiu 1,41%, a US$ 3.121,70 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O Santander disse que JBS (JBSS3) e SLC Agricola (SLCE3) podem se beneficiar diante da expectativa pela colheita nos Estados Unidos, após dados do Departamento de Agricultura do país (USDA).
Segundo analistas, os preços do milho podem cair com estoques mais altos, barateando um dos principais insumos para a produção de proteína animal. Com isso, o Santander vê as ações da JBS (JBSS3) se beneficiando.
Seu iPhone favorito pode em breve ficar muito mais caro, graças às tarifas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs uma série de tarifas a países ao redor do mundo que podem alterar drasticamente o cenário do comércio global. Bens de consumo como iPhones podem estar entre os mais afetados nos EUA, com aumentos de 30% a 40% se a empresa repassar o custo aos consumidores, disseram analistas nesta quinta-feira.
A XP Investimentos espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a Selic até o patamar de 15,50% ao ano, após aumentos de 0,75 ponto percentual (p.p.) em maio e 0,50 p.p. (p.p) em junho. No entanto, se o Produto Interno Bruto (PIB) desacelerar mais do que o esperado, os diretores podem optar por interromper o ciclo de alta antes.
Ainda assim, o economista-chefe Caio Megale defende, em relatório divulgado nesta quinta-feira (3), que é improvável que a taxa de juros terminal fique abaixo de 15%.
As elétricas brilham no Ibovespa (IBOV) no pregão desta quinta-feira (3), em dia em que o mercado digere as tarifas de reciprocidade impostas pelos Estados Unidos.
Ontem, o presidente Donald Trump apresentou um programa de medidas protetivas que ampliam os impostos de importação em até 49%, dependendo de cada parceiro comercial. O Brasil foi taxado em 10%.
O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,10%, aos 131.318,20 pontos, nesta quinta-feira (03).
Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -2,97%, cotada a R$ 55,24. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em baixa de -2,69%, a R$ 36,20, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 2,29%, a R$ 32,13.
O dólar à vista (USDBRL) contraria as expectativas com o anúncio do “tarifaço” impostos pelos Estados Unidos e operou em forte queda nesta quinta-feira (3).
Na mínima do dia, a divisa chegou a ser cotada a R$ 5,5934, no menor valor desde outubro de 2024. O dólar encerrou a sessão a R$ 5,6281 (-1,20%), no menor nível em seis meses.
As ações europeias fecharam em queda nesta quinta-feira (3), impulsionadas pelas tarifas comerciais mais agressivas do que o esperado anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump na tarde de ontem (2).
O Stoxx 600 caiu cerca de 2,7%, com perdas significativas em varejo, com destaque para as ações da Adidas com queda de 11% e para o transporte marítimo com a Maersk recuando 9,5%.
A General Motors está se preparando para aumentar a produção de picapes leves em sua fábrica de montagem em Fort Wayne, no Estado norte-americano de Indiana, de acordo com uma transmissão enviada a funcionários da fábrica.
A medida ocorre após o governo Trump anunciar tarifas de 25% sobre as importações de automóveis. A GM também fabrica as picapes leves no México e no Canadá.
A montadora de Detroit também pode adicionar dias extras de turno ao cronograma, disse o diretor da fábrica, Dennys Pimenta, aos funcionários na transmissão. As medidas aumentarão o número de empregos na região com a contratação de várias centenas de trabalhadores temporários, de acordo com uma fonte da empresa.
*Informações da Reuters
O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu nesta quinta-feira (3) que as empresas europeias suspendam os investimentos planejados nos Estados Unidos depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou tarifas globais abrangentes nas importações norte-americanas.
“Acho que o que é importante, e isso é todo o trabalho que deve ser feito por setor, é que os investimentos futuros ou os investimentos anunciados nas últimas semanas sejam suspensos até que as coisas sejam esclarecidas com os Estados Unidos”, disse Macron durante uma reunião com representantes da indústria francesa.
A diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) disse que as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, juntamente com aquelas adotadas no início do ano, podem levar a uma contração de cerca de 1% nos volumes globais de comércio de mercadorias em 2025.
“Estou profundamente preocupada com esse declínio e com a possibilidade de uma escalada para uma guerra tarifária com um ciclo de medidas retaliatórias que levem a mais quedas no comércio”, disse Ngozi Okonjo-Iweala em um comunicado nesta quinta-feira.
Mineradoras não têm um bom desempenho na bolsa e não é de hoje. A Vale (VALE3) pouco andou, mesmo resolvendo as pendências de troca de CEO e o acordo de Mariana. Na janela dos últimos 12 meses, a ação cai 8%.
A CSN Mineração (CMIN3) tem uma performance pouco melhor, com alta de 12% no período, mas ainda distante das máximas dos tempos de bonança. O problema é que o minério de ferro ainda está estagnado, em meio a dificuldades do governo da China de alimentar o seu crescimento.
Confira o fechamento dos principais índices:
> FTSE 100 (Londres): -1,55%, aos 8.474,74 pontos.
> Índice DAX (Frankfurt): -3,08%, aos 21.700,36 pontos.
> Índice CAC 40 (Paris): -3,31%, aos 7.598,98 pontos.
Na contramão, o Ibovespa (IBOV) ignora parte da liquidação das principais bolsas internacionais e tenta firmar alta nesta quinta-feira (3) — sendo o único índice no azul em todo o mundo. Nas primeiras horas do pregão, o índice superou os 132 mil pontos.
Por volta de 11h (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira registrou avanço de 1,04%, aos 132.552,11 pontos, na máxima intradia. Em destaque, as ações das varejistas operam em alta beneficiadas pela queda na curva de juros futuros. O Ibovespa encerrou o dia com leve queda de 0,04%. Acompanhe o Tempo Real.
O “Dia da Libertação” dos Estados Unidos devastou os mercados globais nesta quinta-feira (3). A política de “reciprocidade tarifária” do presidente Donald Trump veio com a imposição de taxa mínima de 10% para todas as importações do país, com a mão ainda mais pesada para China e União Europeia.
Analistas do mercado financeiro esperam que abril siga registrando a entrada de investimento estrangeiro na Bolsa brasileira, depois de o mês anterior ter apresentado um saldo positivo de R$ 3,1 bilhões. No entanto, eles lembram que as tarifas impostas pelos Estados Unidos podem gerar volatilidade nos próximos meses.
Para o investidor local, a recomendação é diversificar a carteira, mantendo parte da exposição dolarizada e investindo em empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos. Além disso, títulos de renda fixa atrelados ao CDI ou à inflação podem ser boas opções para um horizonte de três a quatro anos.
A Fertilizantes Heringer (FHER3) comunicou a hibernação de três plantas (Ourinhos-SP, Iguatama-MG e Rio Verde-GO) e a retomada da operação da unidade de Paranaguá-PR.
Segundo a empresa, a hibernação será realizada de forma gradual, com a redução progressiva de suas operações nos próximos meses. No acumulado de 2025, a ação recua 34,01%. Apesar disso, a ação subia quase 3% por volta das 12h38.
Diante da decisão dos Estados Unidos (EUA) de impor uma taxa de 10% às importações do Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (3) que tomará “todas as medidas cabíveis” para defender as empresas e os trabalhadores brasileiros.
“Defendemos o multilateralismo e o livre comércio e responderemos a qualquer tentativa de impor um protecionismo que não cabe mais hoje no mundo”, disse Lula no evento ‘O Brasil Dando a Volta por Cima’, em que foi feito um balanço de dois anos do Governo.
Aproximadamente US$ 1,7 trilhão foi apagado do índice S&P 500 no início das negociações desta quinta-feira (3), em meio a preocupações de que a nova rodada de tarifas comerciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, possa jogar o país em uma recessão.
O próprio índice recuava 4,12% por volta das 11h45. Dow Jones e Nasdaq também registravam perdas de 3,64% e 5,40%, respectivamente, no mesmo horário. Acompanhe aqui a cobertura de mercados.
Em dia de forte aversão ao risco no Brasil e no exterior, as petroleiras também operaram em forte queda. No Ibovespa (IBOV), as ações da Brava Energia (BRAV3) lideraram as perdas do setor e do principal índice da bolsa brasileira com recuo de mais de 12% durante o pregão.
BRAV3 encerrou a sessão com baixa de 7,18%, a R$ 21,06. Na mínima do dia, os papéis caíram 12,03%, a R$ 21,29. Na sequência, Prio (PRIO3) recuou 6,95%, a R$ 36,83; PetroReconcavo (RECV3) caiu 5,54%, a R$ 15,70.
Ontem (2), Donald Trump anunciou as tarifas recíprocas que os Estados Unidos começarão a cobrar sobre importados, e o Brasil acabou em uma posição relativamente favorável. A partir deste sábado (5), os produtos brasileiros serão taxados em 10%, uma alíquota menor em comparação com países como China (34%), União Europeia (20%) e até Camboja (49%).
Os principais produtos exportados pelo Brasil para os EUA incluem petróleo bruto, minerais betuminosos, ferro, aço e peças de aeronaves. Apesar da nova taxação, os números mostram que os EUA mantêm um superávit comercial com o Brasil: em 2024, o saldo positivo foi de US$ 7 bilhões em bens e US$ 28,6 bilhões no total, tornando-se o terceiro maior superávit comercial dos EUA no mundo.
Mas será que o Brasil realmente saiu ganhando? E como essa decisão de Trump pode impactar os mercados? No Giro do Mercado de hoje, Paula Comassetto recebe Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, para analisar os impactos das novas tarifas, e as oportunidades no radar da sua carteira de ações internacionais recomendadas para abril.
Acompanhe AO VIVO:
A Terra Investimentos trocou a posição em Copel (CPLE6) por Engie (EGIE3) na carteira recomendada para lucrar com dividendos no mês de abril.
Os analistas afirmam que Engie se destaca como uma das principais geradoras de energia renovável no Brasil, com um portfólio diversificado e em expansão. “A empresa apresentou resultados sólidos no 4T24, com crescimento do lucro líquido ajustado e do EBITDA, impulsionados pelo aumento da venda de energia e pela eficiente gestão de custos”, dizem.
Os preços do petróleo derreteram mais de 6% nesta quinta-feira (3) em reação à decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) em aumentar a produção a partir de maio e ao plano tarifário dos Estados Unidos.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para junho, encerraram com recuo de 6,42%, a US$ 70,14 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
A XP Investimentos realizou algumas movimentações em sua carteira recomendada de ações para abril. Em relação à composição, entram no portfólio BRF (BRFS3), CCR (CCRO3) e Eletrobras (ELET3) e saem JBS (JBSS3) e B3 (B3SA3).
Os analistas elevaram ainda o peso da Vale (VALE3) para 12,5%, enquanto reduziram Natura (NTCO3) para 2,5% e Gerdau (GGBR4) para 5%.
As ações Brava (BRAV3), Petroreconcavo (RECV3), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3; PETR4) lideram as perdas do Ibovespa no pregão desta quinta-feira (3) com a queda no preço do petróleo.
Os futuros do Brent registravam baixa de US$ 4,93, ou 6,58%, a US$ 70,02 por barril, às 10h05 (horário de Brasília). Os futuros do petróleo bruto dos EUA (WTI) caíam US$ 5,07, ou 7,07%, para US$ 66,64.
O Brent estava a caminho da pior queda percentual desde 1º de agosto de 2022, enquanto o WTI teria a pior baixa desde 11 de julho de 2022.
Por volta das 10h51 (horário de Brasília), os papéis recuavam:
*Com informações da Reuters
As taxas dos títulos do Tesouro Direto operam em queda na sessão desta quinta-feira (3), em comparação com o fechamento anterior.
Com isso, os títulos que estavam em baixa lucravam na marcação a mercado, uma vez que as medidas são inversamente proporcionais.
Os Estados Unidos anunciaram a imposição de tarifas recíprocas sobre produtos importados, com base nas taxas cobradas por seus parceiros comerciais.
Ao todo, 185 países serão taxados a partir da próxima semana. As maiores tarifas, de 50%, serão aplicadas a Lesoto e Saint-Pierre e Miquelon. No entanto, a maioria — incluindo o Brasil — será atingida pela taxa mínima de 10%.
A partir desta quinta-feira (3), os Estados Unidos começarão a taxar em até 25% os automóveis importados pelo país. A medida, anunciada pelo presidente Donald Trump no final de março, deve gerar uma arrecadação superior a US$ 100 bilhões.
A tarifa será aplicada a veículos como sedans, SUVs, picapes e vans, além de componentes como motores, transmissões e sistemas elétricos. Outros produtos do setor de autopeças também passarão a ser taxados a partir de 3 de maio.
A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada de dividendos para o mês de abril. A casa aumentou a posição em Eletrobras (ELET3) de 5% para 7,5% e, em contrapartida, reduziu o peso de Alupar (ALUP11) de 5% para 2,5%.
O estrategista-chefe da XP, Fernando Ferreira, e sua equipe afirmam que Eletrobras passa por um momento positivo, impulsionado pelo aumento dos preços de energia de longo prazo — “o que favorece a empresa devido à sua maior posição em energia descontratada, e boas perspectivas para o pagamento de dividendos”.
O acordo da Petrobras (PETR4) com a Braskem (BRKM5), a homologação parcial do aumento de capital da Azul (AZUL4) e a redução de taxas dos CDBs pelo Banco Master são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (3).
A Petrobras (PETR4) e a Braskem (BRKM5) assinaram, na semana passada, um Memorando de Entendimento para aprofundar estudos de oportunidades de projetos de captura e armazenamento de carbono (CCS – Carbon Capture and Storage) na Bahia, informou a Petrobras.
Como o governo de Donald Trump decidiu qual tarifa adotar para cada país, incluindo o Brasil, no chamado “Dia da Libertação”? Em meio ao impacto do anúncio e os efeitos sobre o comércio global, a matemática por trás da nova cobrança foi um dos pontos que chamaram a atenção do mercado.
Ao contrário do que se esperava, as tarifas não se basearam em estudos individuais por país ou produto, mas sim em uma única fórmula para todos os mercados.
O dólar à vista abriu em forte queda nesta quinta-feira (3), acompanhando as perdas amplas da moeda norte-americana no exterior, à medida que os investidores reagiam ao anúncio na véspera de novas tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que elevavam os temores de uma recessão global.
Às 9h05, o dólar à vista caía 1,31%, a R$ 5,6218 na venda.
Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha baixa de 1,2%, a R$ 5,651.
Na quarta-feira (2), o dólar à vista fechou em alta de 0,23%, a R$ 5,6963.
O Banco Central fará nesta sessão um leilão de até 20.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de maio de 2025.
— Com informações de Reuters
Em meio à polêmica aquisição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), o Banco Master anunciou um movimento de redução nas taxas de CDB (certificado de depósito bancário) pré e pós-fixadas.
De acordo com nota, a redução foi de 0,3 ponto percentual (p.p) em todas as janelas temporais. No caso do CDB de 30 dias corridos (DC) por exemplo, a taxa pré-fixada passou de 14,2% para 13,9%.
O bitcoin (BTC) está sendo negociado na faixa próxima dos US$ 83 mil, com queda que chegou a mais de 3% na noite da última quarta-feira (2). Nesta quinta-feira (3), apesar do recuo de preços, a maior das criptomoedas consegue sustentar cotações em suportes relativamente elevados.
Vale lembrar que o BTC vem sendo negociado no último mês em uma faixa de preços de US$ 83 mil a US$ 85 mil, furando os suportes e topos pontualmente.
O mês de março registrou uma alta de 0,60% nos preços de venda de imóveis residenciais nas cidades brasileiras. O destaque ficou para as capitais do Nordeste, que lideraram os três primeiros lugares do ranking das que mais valorizaram durante o período: João Pessoa, com alta de 2,22%; Salvador com 1,69%; e Natal com 1,49%.
O Índice FipeZAP, que calcula as variações no mercado imobiliário, competiu com as variações registradas nos principais índices de preço da economia brasileira – IPCA-15 subiu 0,64% e IGP-M caindo 0,34%.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quarta-feira (2) tarifas recíprocas para produtos importados. O Brasil está na lista dos países que serão taxados em 10% a partir de sábado (5).
Em nota publicada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), o governo brasileiro lamentou a decisão dos EUA e afirmou que a medida, assim como as tarifas já impostas aos setores de aço, alumínio e automóveis, viola os compromissos americanos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Os contratos futuros do minério de ferro caíram nesta quinta-feira (3), depois do anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de um conjunto amplo de tarifas recíprocas, embora a demanda sazonal pelo ingrediente de fabricação de aço tenha ajudado a amortecer a tendência de queda dos preços.
O contrato de maio do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 0,32%, a 788,5 iuanes (US$ 108,05) a tonelada.
O minério de ferro de referência de maio na Bolsa de Cingapura recuava 0,84%, a US$ 101,95 a tonelada.
É válido ressaltar, que os mercados financeiros da China estarão fechados nesta sexta-feira (4), devido a um feriado. As negociações serão retomadas na segunda-feira, 7 de abril.
— Com informações de Reuters
O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil subiu ligeiramente em março, apresentando sinais de acomodação após quatro meses consecutivos com queda, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (3) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 0,4 ponto em março e foi a 76,3 pontos.
“O IAEmp volta a subir em março, dando primeiros sinais de acomodação depois de uma sequência de quedas. O resultado atual, apesar de positivo, ainda não nos permite pensar em uma reversão de tendência, dado que compensou muito pouco dos últimos resultados negativos”, disse em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre.
“O mercado de trabalho vem dando sinais de resiliência, especialmente nas vagas formais que continuam avançando em 2025, mas as expectativas dos empresários ainda são de desaceleração nos próximos meses”, completou.
Os componentes do IAEmp mostram que o avanço em março foi influenciado por alta em três dos sete componentes do indicador.
O destaque positivo em março foi o indicador de Tendência dos Negócios no setor de serviços, que registrou uma alta de 0,8 ponto.
Já o destaque negativo foi o indicador de Tendência dos Negócios no setor industrial, que teve baixa de 0,8 ponto. Dois componentes do IAemp ficaram estáveis.
“O cenário macroeconômico mais restritivo, com juros em alta, inflação pressionando e confiança dos consumidores em nível baixo, sugere que o ano de 2025 tende a ser mais desafiador”, afirmou Tobler.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou a taxa Selic em 1 ponto percentual, a 14,25% ano, em março, no que foi o terceiro aumento consecutivo desse tamanho, o que já havia sido sinalizado pela autoridade monetária em dezembro.
A autarquia ainda indicou que deve realizar uma alta de menor magnitude em sua próxima reunião, em maio.
— Com informações de Reuters
Os futuros dos principais índices de Wall Street despencavam nesta quinta-feira (3), depois que as tarifas abrangentes impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a parceiros comerciais aumentavam os temores de uma guerra comercial que poderia levar a economia global a uma recessão.
As ações globais despencavam, os títulos governamentais saltavam e o ouro atingiu uma máxima recorde, uma vez que Trump impôs uma tarifa de 10% sobre a maioria dos produtos importados para os EUA e taxas muito mais altas sobre dezenas de rivais.
O futuro do S&P 500 caía 3,47%, enquanto o contrato futuro do Nasdaq 100 tinha queda de 3,87%, e o futuro do Dow Jones recuava 2,89%.
A Apple afundava 7,1%, atingida por uma tarifa agregada de 54% sobre a China – a base de grande parte de sua fabricação. A Microsoft recuava 2,2% e a Nvidia caía 4,4%.
A confiança entre os investidores de Wall Street já vinha se deteriorando nas últimas semanas devido às preocupações de que as tarifas prejudicarão a economia dos EUA e estimularão a inflação.
Operadores aumentaram as apostas de que o Federal Reserve cortará a taxa de juros pelo menos três vezes neste ano, sendo que um quarto corte até o final do ano é um resultado cada vez menos improvável.
O conselho de administração da Azul (AZUL4) aprovou a homologação parcial do aumento de capital da companhia. Segundo o documento enviado ao mercado na quarta (2), foram subscritas 96.046.184 novas ações preferenciais, no montante total de R$ 3,1 bilhões.
Como consequência da homologação, o capital social da companhia aérea passa a ser de R$ 5,4 bilhões, representado por 928.965.058 ações ordinárias e 431.796.980 ações preferenciais.
O fundo imobiliário V2 Prime Properties (VPPR11) anunciou a assinatura de um contrato de locação para um espaço de 1.734,34 metros quadrados no Edifício Evolution, em Barueri, São Paulo.
O novo inquilino, uma empresa do setor de fragrâncias, firmou contrato de 60 meses, com aluguel mensal de R$ 95,3 mil, o equivalente a R$ 55 por metro quadrado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou nesta quinta-feira (3) a escolha do ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) para relator do projeto de isenção do imposto de renda da pessoa física para quem ganha até R$ 5 mil reais mensais.
“Anuncio que a Comissão Especial que vai analisar o projeto de lei de isenção do imposto de renda até R$ 5 mil será presidida pelo deputado Rubens Júnior (PT- MA). A relatoria do PL fica com o ex-presidente e deputado Arthur Lira (PP-AL)”, escreveu Motta em sua conta no X.
O iuan caiu para o seu nível mais baixo em sete semanas e os mercados de ações chineses recuaram nesta quinta-feira (2), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma série de tarifas recíprocas que foram particularmente pesadas para a China e seus principais parceiros comerciais.
Embora os investidores tenham se preparado para essas tarifas ao longo da última semana, as últimas medidas de Washington acabaram sendo mais agressivas do que o esperado.
As importações chinesas serão afetadas por tarifas de 34%, além dos 20% impostos anteriormente por Trump, elevando o novo imposto total para 54%. Os países da cadeia de oferta China foram os mais atingidos, com Vietnã, Camboja e Laos recebendo tarifas entre 46% e 49%, respectivamente.
No fechamento, o índice de Xangai teve queda de 0,24%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,59% e atingiu o nível mais baixo em dois meses. O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 1,52%.
Confira o fechamento dos principais índices:
> Índice Nikkei (Tóquio): -2,73%, aos 34.751,00 pontos.
> Índice HANG SENG (Hong Kong): -1,52%, aos 22.849,81 pontos.
> Índice SSEC (Xangai): -0,24%, aos 3.342,01 pontos.
> Índice CSI300 (Xangai e Shenzhen): -0,59%, aos 3.861,50 pontos.
> Índice KOSPI (Seul): -0,76%, aos 2.486,70 pontos.
> Índice TAIEX (Taiwan): +0,085%, aos 21.298,22 pontos.
> Índice STRAITS TIMES (Cingapura): -0,30%, aos 3.942,23 pontos.
> Índice S&P/ASX 200 (Sydney): -0,94%, aos 7.859,70 pontos.
— Com informações de Reuters
A economia da Zona do Euro registrou um crescimento modesto pelo terceiro mês em março, uma vez que o setor industrial do bloco mostrou sinais de recuperação e seu setor de serviços expandiu em um ritmo ligeiramente mais rápido do que em fevereiro, segundo uma pesquisa.
No entanto, esses sinais de recuperação podem ter sido devidos à antecipação de compras por parte das fábricas, que queriam entregar os produtos aos clientes antes que uma nova rodada de tarifas dos Estados Unidos entrasse em vigor.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto final do HCOB para o bloco, compilado pela S&P Global e considerado um bom indicador da saúde econômica geral, subiu de 50,2 para 50,9 em março.
Essa leitura ficou acima da preliminar de 50,4, mas abaixo de sua média de longo prazo e não muito acima da marca de 50 que separa a contração do crescimento.
— Com informações de Reuters
A atividade de serviços da China atingiu o maior nível em três meses em março, com a atividade empresarial e o volume de novos pedidos aumentando em relação a fevereiro, segundo uma pesquisa do setor privado divulgada nesta quinta-feira (3).
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) de serviços do Caixin/S&P Global subiu de 51,4 em fevereiro para 51,9, a leitura mais alta desde dezembro.
O resultado está em linha com a pesquisa oficial, que mostrou que o PMI de serviços subiu de 50,0 para 50,3.
— Com informações de Reuters
Há muito tempo, nas grandes cidades brasileiras, ao parar o carro em um semáforo, encontramos pessoas vendendo produtos dos mais diversos. Porém, nos últimos anos, essa modalidade de comércio aderiu ao Pix, e até mesmo às maquininhas de cartão.
Nesse cenário, os dados mais recentes do Banco Central mostram que os meios eletrônicos de pagamento, que incluem Pix e cartões, respondem por 85% de todas as transações comerciais feitas no Brasil.
Dos males, o menor. Ontem, Donald Trump anunciou as tarifas recíprocas que os Estados Unidos passam a cobrar sobre importados a partir da semana que vem e o Brasil foi um dos “privilegiados”.
Os produtos brasileiros serão taxados em 10%, a partir do sábado (5), juntos com outros países, como Reino Unido, Colômbia, Chile e Emirados Árabes.