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Telecom em foco: Bradesco BBI divulga prévia de resultados para Tim, Vivo e Oi

Valter Outeiro da Silveira - 29/01/2019 - 12:52

A temporada de resultados corporativos do quarto trimestre de 2018 está em seu início, com números divulgados pelo Banco Inter (BIDI4) e Cielo (CIEL3).

Especificamente no setor de telecomunicações, a primeira a divulgar seus números é a TIM (TIMP3), em 19 de fevereiro. Em seguida, Vivo (VIVT4) e Oi (OIBR3OIBR4) relatam seus números, nos dias 20 de fevereiro e 28 de março, respectivamente, de 2019.

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Diante da proximidade da divulgação, o Bradesco BBI publicou relatório a seus clientes com prévia dos resultados, destacando as principais projeções para as três empresas do setor de telecomunicações.

Melhor opção no setor

A equipe de análise ressalta a expectativa de resultados neutros para a Tim, porém, “em termos relativos”, as ações continuam “sendo a melhor opção no setor”. Dentre os pontos a se atentar, destaque para a provável desaceleração na receita de serviços móveis, de 2,3% em base anual, e na projeção de alta de 5% no Ebitda (geração operacional de caixa) proforma.

“O controle de custos deve continuar sendo um fator positivo”, destaca o Bradesco BBI, apontando ainda que “em termos de concorrência, houve ligeira melhora no final do quarto trimestre de 2018”, especialmente nos segmentos pós-pago e controle. No entanto, não foi “suficiente para resultar em uma recuperação do crescimento da receita líquida”.

Fibra óptica em foco

Em linha, a Vivo deverá também apresentar “resultados neutros”, com expectativa de queda de 2,8% na receita do segmento fixo, na comparação anual. “Quanto à receita de serviços móveis, projetamos uma desaceleração de sua contração para 0,4%, de 1% no terceiro trimestre de 2018”, pelo reajustes de preços antecipados de fevereiro deste ano para outubro e novembro de 2018.

A instituição destaca ainda a aceleração do segmento de fibra óptica, com 30 novas cidades em 2018, embora seu impacto na receita ainda ser “relativamente pequeno”, sendo mais relevante “somente no segundo semestre de 2019”. Este segmento é “uma oportunidade chave” para a companhia, segundo os analistas.

Pré-pago ainda sofre

Por fim, o resultado da Oi deverá conter queda de 10% no segmento residencial – contra o montante do quarto trimestre de 2017, em virtude da desaceleração do segmento de voz. “Apesar da melhora nas adições líquidas do segmento pós-pago observada nos últimos meses, o segmento pré-pago continua sofrendo e a receitas de serviços móveis deve permanecer estável em relação ao mesmo período do ano anterior”, afirma o Bradesco BBI.

Os analistas projetam alta de 2,8% – na base anual de comparação – no Ebitda do quarto trimestre de 2018, com margem Ebitda (relação entre geração operacional de caixa e receita líquida) de 24,2%.

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