Radar do mercado

WEG (WEGE3), Ambev (ABEV3), Klabin (KLBN11) e outros destaques desta quarta-feira (26)

26 fev 2025, 9:28 - atualizado em 26 fev 2025, 9:29
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WEG, Ambev e Klabin estão entre os destaques corporativos desta quarta-feira (26) (Imagem: Divulgação)

Os relatórios de resultados referentes ao quarto trimestre de 2024 e os proventos aprovados pela WEG (WEGE3), Ambev (ABEV3) e Klabin (KLBN11) são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (26).

Confira os destaques corporativos de hoje

WEG (WEGE3) lucra R$ 1,69 bilhão no 4T24, em linha com as expectativas

WEG (WEGE3) registrou lucro líquido de R$ 1,69 bilhão no quarto trimestre de 2024 (4T24). Em relação ao mesmo período de 2023, houve recuo de 2,9%. Na comparação trimestral, o resultado avançou 7,3%.

O número veio em linha com o consenso do mercado, que esperava um lucro líquido justamente de R$ 1,69 bilhão, segundo dados reunidos pelo BTG Pactual.

Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que mensura o potencial de geração de caixa operacional, chegou a R$ 2,3 bilhões no 4T24, um salto de 30,5% na comparação anual e também de 7,3% na comparação trimestral.

A margem Ebitda teve aumento de 0,7 ponto percentual, chegando a 22,1% nos últimos três meses de 2024.

Na véspera, a WEG informou ao mercado que seu conselho aprovou a distribuição de dividendos complementares no valor total de R$ 1,27 bilhão. O montante equivale a R$ 0,30 por ação para os acionistas com posição em 28 de fevereiro de 2025.

Ainda, a companhia aprovou uma proposta de aumento de capital a ser submetida à Assembleia Geral de 29 de abril de 2025.

Ambev (ABEV3): Lucro avança 11% e atinge R$ 5 bilhões no 4T24

Ambev (ABEV3) reportou um lucro líquido de R$ 5 bilhões no quarto trimestre de 2024, um salto de 11% em relação ao mesmo período de 2023, quando lucrou R$ 4,5 bilhões.

A cifra supera o consenso do mercado, que esperava um lucro líquido de R$ 4,6 bilhões, segundo dados reunidos pelo BTG Pactual.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que mensura o potencial de geração de caixa operacional, cresceu 34,5% no ano, atingindo R$ 9,6 bilhões no último trimestre de 2024. A margem Ebitda ajustada ficou em 35,6%.

A linha de receita líquida registrou um avanço de 35,% na base anual, saindo de R$ 19,9 bilhões para R$ 27 bilhões no quarto trimestre de 2024.

A companhia também informou ao mercado que distribuirá dividendos aos seus acionistas no valor de R$ 0,1276 por ação, conforme aprovado pelo conselho de administração. Os dividendos intermediários são de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Klabin (KLBN11) aprova distribuição de R$ 54 milhões em dividendos complementares

O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou a distribuição de dividendos complementares no montante de R$ 54 milhões, equivalentes a 0,044413179 por unit e R$ 0,008882636 por ação ordinária ou preferencial.

Segundo o documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (26), os dividendos têm como base os lucros apurados no balanço de 31 de dezembro de 2024 e serão complementares ao dividendo obrigatório.

O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou a distribuição de dividendos complementares no montante de R$ 54 milhões, equivalentes a 0,044413179 por unit e R$ 0,008882636 por ação ordinária ou preferencial.

Segundo o documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (26), os dividendos têm como base os lucros apurados no balanço de 31 de dezembro de 2024 e serão complementares ao dividendo obrigatório.

IRB(Re) (IRBR3) tem lucro acima do esperado no 4T24

IRB(Re) (IRBR3) teve lucro líquido de R$ 112 milhões no quarto trimestre de 2024 (4T24), um salto ante o lucro de R$ 38 milhões apurado na mesma etapa de 2023, informou a empresa em balanço financeiro nesta terça-feira (25).

Analistas esperavam lucro de R$ 106,2 milhões para a companhia, segundo a média das estimativas reunidas pela LSEG.

A resseguradora encerrou o último trimestre do ano passado com um índice de sinistralidade de 64%, 8,8 pontos percentuais acima do desempenho de um ano antes.

Já os prêmios emitidos no período alcançaram R$ 1,58 bilhão, praticamente estáveis ante o quarto trimestre de 2023.

No ano, o lucro da empresa somou R$ 372,7 milhões, mais de 3 vezes o registrado em 2023, desempenho apoiado por uma combinação de “subscrição de qualidade e da aplicação adequada dos ativos financeiros”, afirmou a IRB(Re).

Telefônica Brasil (VIVT3): Lucro cresce 10% no 4º trimestre de 2024

Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro líquido de R$1,76 bilhão no quarto trimestre de 2024, um crescimento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2023, dentro das expectativas do mercado.

Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 1,7 bilhão para a empresa de telecomunicações, segundo dados da LSEG.

O Ebitda da companhia, que é dona da Vivo, subiu 7,8% ano a ano, para R$6,2 bilhões nos meses de outubro a dezembro, com margem Ebitda estável.

Separadamente, a companhia anunciou um novo programa de recompra de ações, envolvendo até 34,7 milhões de papéis, com início na quarta-feira e término em 25 de fevereiro de 2026.

RD Saúde (RADL3) tem lucro ajustado de R$381,4 mi no 4T24

RD Saúde (RADL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 381,4 milhões no quarto trimestre (4T24), alta de 34,6% no comparativo anual.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da empresa, dona das marcas Drogasil e Raia, foi de R$677,5 milhões no período, crescimento de 10% ano a ano.

A RD informou na mensagem que acompanha o balanço que encerrou 2024 com uma participação de mercado de 16,5%, tendo contabilizado 300 aberturas de novas farmácias no ano.

PetroReconcavo (RECV3) prorroga por 24 meses contratos de venda de petróleo para Brava

PetroReconcavo (RECV3) assinou aditivos aos contratos para venda de petróleo cru que produz na bacia Potiguar para a Brava Energia.

Os aditivos têm duração de 24 meses, com vigência a partir deste mês, e estabelecem novos critérios de precificação e volumes para a comercialização do petróleo cru produzido pela PetroReconcavo.

Os novos parâmetros incluem compromisso de compra e venda mínima de 45% do volume de petróleo produzido pela PetroReconcavo na região, condicionada ao atendimento de critérios de performance pela Brava.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas.
lorena.matos@moneytimes.com.br
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