Raízen (RAIZ4), Carrefour (CRFB3) e outros destaques desta sexta-feira (4)

A compra de ações da Raízen (RAIZ4) por uma gestora gringa e o aumento do preço por ação para o fechamento do capital do Carrefour (CRFB3) são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (4).
Confira os destaques corporativos de hoje
Gestora gringa vende ações da Raízen (RAIZ4)
A Raízen (RAIZ4) informou que o Baillie Gifford Overseas Limited, gestora fundada em Edimburgo, na Escócia, reduziu sua participação na companhia.
Com isso, o grupo passa a deter um total de 134.674.091 ações, correspondentes a 9,91% do total das ações preferenciais de emissão da companhia.
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Minoritários pedem e Carrefour (CRFB3) aceita: Varejista aumentará valor pago por ação
O Carrefour (CRFB3) irá aumentar o preço por ação para retirar sua filial da bolsa, mostra documento enviado ao mercado. Segundo o comunicado, agora a varejista francesa pagará R$ 8,50 por ação, antes em R$ 7,70.
“A nova relação de troca descrita acima concede a todos os acionistas da companhia a oportunidade de garantir liquidez em termos justos”.
O valor representa um prêmio de 46,2% e de 39% sobre o preço médio ponderado por volume (VWAP) das ações da companhia no último mês anterior a 10 de fevereiro de 2025 e nos últimos três meses anteriores a 10 de fevereiro de 2025.
Além disso, o Carrefour remarcou a assembleia que, muito provavelmente, aprovará a sua saída definitiva da bolsa, do dia 7 de abril para 25 de abril.
AgroGalaxy (AGXY3) aprova grupamento de ações de 15:1
A AgroGalaxy (AGXY3), que está em recuperação judicial, comunicou o mercado que aprovou o grupamento da totalidade das ações na proporção 15 ações para 1 (15:1), sem modificação do capital social.
Com isso, o capital social se mantém em R$ 1,001 bilhão, passando a ser dividido em 16.969.571 ações.
Será concedido o prazo de 32 dias, isto é, de 04 de abril de 2025 a 05 de maio de 2025, para que os acionistas detentores de ações ordinárias de emissão da companhia, a seu livre e exclusivo critério, possam ajustar suas posições acionárias em lotes múltiplos de 15 ações.
“Após o decurso do Período para Livre Ajuste, a totalidade das ações representativas do capital social da Companhia passarão a ser negociadas grupadas a partir do primeiro pregão subsequente ao encerramento do Período para Livre Ajuste, isto é, em 06 de maio de 2025”, disseram.
Após compra do Banco Master, S&P põe notas do BRB em observação
A agência de classificação de risco S&P colocou as notas de crédito (ratings) do Banco de Brasília (BRB) em observação em razão do anúncio da compra de 58% do capital do Banco Master.
Segundo a S&P, aspectos da transação e a estrutura de capital do novo conglomerado ainda são incertos, o que dificulta a avaliação do impacto que a operação terá para o banco público, controlado pelo governo do Distrito Federal. A concretização do negócio ainda depende do sinal verde do Banco Central (BC).
“Precisamos de uma maior clareza sobre a estrutura consolidada do grupo após a aquisição, além de detalhes sobre a reorganização do Banco Master, para estimar o impacto sobre a estrutura de capital, a exposição de risco e os perfis de negócio e de financiamento do BRB”, dizem os analistas da agência de risco.
A nota global dada pela S&P ao BRB é B, e a classificação local é brA+/brA-1. Essas foram as notas colocadas sob observação nesta quinta-feira, 3. O Master não é avaliado pela S&P.
B3 aprova listagem de empresa de eventos Revee no Novo Mercado
A Reag Investimentos anunciou que a B3 aprovou a listagem de uma unidade da companhia focada em gestão de instalações de eventos, Reeve, no segmento de mais alto nível de governança corporativa, o Novo Mercado.
A listagem ocorre em meio a uma reorganização societária da Reag, em que ocorre uma cisão parcial de ativos para transferência à Reeve de cotas de fundos de investimento no valor de R$ 120 milhões, segundo fato relevante da companhia ao mercado.
Ao final do processo haverá transferência de ativos à Reeve que incluem totalidade das ações da Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, e do Serraria, e um crédito de R$ 113 milhões detido contra a Arena Porto-Alegrense.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Reuters