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Comprar ou vender?

Queda das ações da Lojas Renner é oportunidade de compra, avalia Brasil Plural

Gustavo Kahil - 09/02/2018 - 13:38
A Renner alcançou um lucro líquido de R$ 331,8 milhões no quarto trimestre de 2018, um crescimento de 10,7%

As ações da Lojas Renner (LREN3) operam em queda de aproximadamente 3% em reação ao resultado do quarto trimestre de 2017 abaixo da expectativa do mercado. Esta desvalorização, contudo, pode ser uma oportunidade de compra, avalia o banco Brasil Plural em um relatório enviado a clientes nesta sexta-feira (9).

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“Por enquanto, reiteramos nossa classificação de alocação acima da média (overweight) para a ação, e veríamos qualquer baixa como uma oportunidade de compra para um papel de alta qualidade”, destacam os analistas Guilherme Assis e Andres Estevez. O preço-alvo estimado é de R$ 41.

“O principal destaque dos resultados foi que a aceleração em seu ritmo de crescimento teve um impacto sobre a lucratividade, ofuscando a recuperação contínua da margem bruta e a crescente contribuição do financiamento ao consumidor”, afirmam. O crescimento de 120 pontos-base na margem bruta das operações de varejo foi o ponto de brilho no balanço.

“Do lado negativo, a erosão na margem Ebitda das operações de varejo foi maior do que o esperado, o que poderia pesar sobre o preço da ação no curto prazo. Olhando para a frente, acreditamos que os projetos em andamento e as novas lojas irão amadurecer e a pressão sobre as desepesas deve diminuir, com potencial de alavancagem operacional positiva e melhoria da dinâmica dos lucros nos próximos trimestres”, destaca o Brasil Plural.

Resultados

Lojas Renner alcançou um lucro líquido de R$ 331,8 milhões no quarto trimestre de 2018, um crescimento de 10,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. A margem Líquida foi de 14,9%, 0,7 ponto percentual menor que no quarto trimestre de 2016 principalmente pela menor margem ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Segundo a empresa, o período foi marcado pela continuidade do bom ritmo de vendas registrado ao longo do ano, favorecido pela correta execução das operações, pelo maior fluxo de clientes nas lojas e por um Natal em linha com as expectativas.

No período, o Ebitda ajustado total ficou em R$ 603,4 mihões e apresentou crescimento de 6,3%. Entretanto, a margem foi de 27,2%, versus 29,6% um ano antes, consequência da menor margem Ebitfa do varejo, apesar do melhor resultado da área de produtos financeiros. No ano, o número foi de R$ 1,475 bilhão, 10,2% acima do visto em 2016.

A receita líquida foi de R$ 2,222 bilhões, aumento de 15,7% na comparação com o ano anterior. O projetado pelo Santander era de R$ 2,465 bilhões. Em 2017, o resultado chegou a R$ 6,6 bilhões, crescimento de 15,4%.

 

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