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Petróleo tem negociações voláteis após melhor dia desde 2016

Investing.com Brasil - 25/06/2018 - 12:22

Petróleo

Por Investing.com – Os preços do petróleo registravam diferentes sinais nas negociações voláteis da metade da manhã desta segunda-feira, já que investidores de energia continuavam a avaliar o impacto da decisão tomada na semana passada pelos grandes produtores de começarem a produzir mais petróleo bruto para compensar as perdas na produção global.

Os contratos futuros de petróleo bruto WTI, negociados em Nova York, tinham ganhos de US$ 0,15, ou cerca de 0,1%, e eram negociados a US$ 68,66 o barril às 11h44, com negociações na faixa entre US$ 68,16 a US$ 69,41 durante todo o dia.

Além disso, os contratos futuros de petróleo Brent, referência para preços do petróleo fora dos EUA, avançavam US$ 1,51, ou 2,0%, para US$ 73,81, afastando-se da mínima da sessão de US$ 73,59.

A volatilidade desta segunda-feira ocorria após as duas referências terem tido seu melhor dia desde o final de 2016 na sexta-feira, com ganhos de 3,4% e 4,6%, respectivamente, depois que produtores da Opep e externos à organização concordaram com um aumento modesto na produção a partir do próximo mês, sem anunciar uma meta clara para o aumento da produção.

Conforme explicado pela Opep no comunicado de imprensa conjunto, seus membros haviam excedido o nível exigido de conformidade com o acordo de 30 de novembro de 2016 para reduzir a produção em 1,2 milhão de barris por dia.

A chegar a 152% de conformidade em maio de 2018 em seu acordo de novembro de 2016 para reduzir a produção em 1,2 milhão de barris por dia, a Opep concordou na sexta-feira em se esforçar para reduzir essa conformidade para 100%.

O cartel observou que não havia alocações específicas para membros individuais, pois alguns países que não tinham capacidade ociosa não poderiam aumentar a produção.

A Arábia Saudita, líder efetivo da Opep, disse no sábado que a medida se traduziria em um aumento nominal de produção de cerca de 1 milhão de barris por dia.

A Opep e outros produtores, liderados pela Rússia, estão reduzindo a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia desde janeiro de 2017 com o intuito de impulsionar os preços e reduzir os estoques globais de petróleo.

Enquanto isso, uma ligeira queda na atividade de extração nos EUA dava sustentação à referência do país.

Na semana passada, as empresas de energia dos EUA retiraram uma sonda de petróleo do conjunto em atividade, a primeira redução em 12 semanas, reduzindo a contagem total de sondas para 862, disse a Baker Hughes em seu relatório na sexta-feira.

Isso deixava a contagem de sondas no caminho para seu menor aumento mensal desde a retirada de duas sondas em março, com apenas três plataformas adicionadas até agora em junho, embora o nível geral permaneça apenas uma sonda abaixo da máxima de março de 2015 em relação à semana anterior.

Em outras negociações de energia, os contratos futuros de gasolina recuavam 1,1% para US$ 2,0305 o galão às 11h45, ao passo que o óleo de aquecimento tinha queda de 1,4% e era negociado a US$ 2,0996 o galão.

Por fim, os contratos futuros de gás natural recuavam 0,9%, para US$ 2,918 por milhão de unidades térmicas britânicas.

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