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O que é reserva de emergência e como planejar a sua

Opinião - 17/02/2019 - 15:03

Investir é, sem sombra de dúvida, uma parte chave da educação financeira de pessoas que estão buscando mais conhecimento nessa área e uma vida financeira mais saudável. Pensando nisso, é muito comum que as pessoas busquem as melhores opções de investimento para comprar um carro, comprar uma casa ou até mesmo para planejar sua aposentadoria. Porém, uma parte desse universo de aplicações financeiras que muitas pessoas desconhecem é a montagem da reserva de emergência.

O que é e para o que serve a reserva de emergência?

A reserva de emergência, como o próprio nome indica, nada mais é do que aquele montante de dinheiro que precisamos ter à mão em um momento emergencial, como um acidente de carro, a perda de um emprego, alguma reforma inesperada em casa ou até mesmo um falecimento inesperado. Esse recurso guardado é o que garante que a pessoa terá segurança e tranquilidade para quitar seus débitos sem grandes perdas de padrão de vida em momentos de maior dificuldade.

Qual deve ser o tamanho de uma reserva de emergência?

Isso vai depender muito de pessoa para pessoa e de seu padrão de vida. Na média, a conta básica é de seis meses de despesas cobertas por esse montante. Então, caso uma pessoa tenha despesas médias na casa de R$ 5 mil por mês, isso significaria um total de R$ 30 mil na reserva de emergência, já alguém com despesas de R$ 10 mil mensais precisaria de R$ 60 mil guardados.

Porém, esse é apenas um arredondamento e varia bastante em cada caso. Funcionários públicos que contam com estabilidade maior no emprego, por exemplo, podem ter uma reserva menor, na casa de 3 a 4 meses de despesas pagas. Já profissionais autônomos, como médicos ou dentistas, podem precisar de uma reserva maior, de 9 a 12 meses, uma vez que não contam com benefícios de empregados no regime CLT, como o FGTS, ou o aviso prévio.

Como investir na reserva de emergência?

Como é possível perceber, um dos principais requisitos para a sua reserva de emergência é a liquidez. Afinal de contas, o dinheiro investido precisa ser acessado rapidamente na hora de uma urgência. Por isso, títulos de renda fixa em que o investidor deixa seu dinheiro travado por um período mais longo ou fundos de investimento com menos liquidez acabam não sendo escolhas interessantes nesse caso.

Outro ponto é em relação à volatilidade da aplicação financeira, ou seja, as oscilações para cima ou para baixo que esse investimento pode sofrer. Obviamente, por ser um recurso para situações emergenciais e que pode ser sacado a qualquer momento, o investidor precisa buscar aplicações que não contem com grande volatilidade, para assim não correr o risco de ter surpresas negativas. Com isso, o investimento em ativos de renda variável, por exemplo, fica descartado para esse objetivo.

E qual o melhor investimento para a reserva de emergência?

Não é por ser um investimento que precisa estar em um produto de perfil mais conservador e com boa liquidez que o investidor precisa deixar em péssimas aplicações, como a poupança que é conhecida por sua baixa rentabilidade e remuneração apenas mensal e não diária.

No BTG Pactual digital  temos em nossa plataforma  o fundo Tesouro Selic Simples (BTG Pactual digital Tesouro Selic Simples FI RF), que tem como objetivo acompanhar a variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), índice que anda muito perto da taxa Selic. A variação do CDI, objetivo que o fundo busca acompanhar, teve variação superior a poupança, independente da faixa de cobrança de imposto de renda, além de ter remuneração diária aos seus cotistas.

Além disso, esse fundo conta com liquidez em D+0 para pedidos de resgate em dias úteis feitos até as 15h30 e taxa de administração de apenas 0,09%, a menor entre todos os fundos para investidores em geral, abertos para captação em sua categoria no mercado, tudo isso com investimento mínimo de R$ 500 e movimentações adicionais mínimas de R$ 100. Assim, ele acaba sendo uma boa pedida tanto para quem está começando a investir, quanto para quem quer montar a sua reserva de emergência, mas com uma rentabilidade maior do que em produtos como a poupança.