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Money Trade: acabou o rali? Analistas alertam para correção prolongada

Gustavo Kahil - 22/09/2017 - 13:13

Trade

Os analistas gráficos estão chamando a atenção para a possibilidade de um movimento de realização de lucros mais extenso caso o Ibovespa não consiga renovar recordes e perda um importante suporte, mostram relatórios enviados a clientes nesta sexta-feira (22). Após atingir os 76.419 pontos durante o pregão, o índice flerta com uma correção.

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Segundo o Itaú BBA, “a medida que o mercado, não consegue renovar máximas é importante ficar atento ao suporte inicial em 75.000 pontos, pois se perdido, será um sinal de um movimento de realização pela frente”, explicam os analistas Fábio Perina e Eduardo Marzbanian.

Abaixo deste nível, o banco avalia que o índice encontrará suportes em 74.100 e 72.900 pontos. Do lado da alta, se o Ibovespa superar a máxima deixada em 76.400 pontos, mostrará que a tendência ainda está com força para buscar os objetivos em 77.000 e 82.000 pontos.

Para o Bradesco, o índice está “lateralizando” acima do suporte de 75.300 pontos, mas ainda tem um apoio na média móvel de 12 dias que passa agora em torno dos 74.600, nível que vem amparando o rali recente.

“O índice parece estar acumulando nesta região para um próximo movimento de impulso, que seria confirmado com a quebra dos 76.400 pontos e neste caso, os objetivos projetados seriam de 77.500 pontos e 78.500 pontos, respectivamente”, explica o analista Maurício A. Camargo.

O analista Victor Benndorf, da Benndorf Research, avalia que o índice segue em consolidação lateral no curtíssimo prazo com oscilações entre 76.450 (gatilho de alta) e 75.000 (gatilho corretivo). “O rompimento desse padrão deve estabelecer a próxima movimentação de curto prazo com impacto nas estratégias de swing trading”, avalia.

“Apesar do viés de alta, devemos alertar que muitos papéis (empresas) já oscilam em patamares de sobrecompra (tanto gráfica como fundamentalmente) e recomendamos maior seletividade nesse patamar além de uma redução da volatilidade nos portfólios (troca de ações mais agressivas por empresas menos voláteis, mais defensivas ou ações de dividendos)”, indica Benndorf.

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