Commodities

Minério de ferro tem leve valorização de 0,45% na bolsa chinesa de Dalian

16 set 2019, 8:59 - atualizado em 16 set 2019, 8:59
Mineração
Minério de ferro nesta segunda-feira tem leve valorização após feriado última sexta-feira (Imagem: Pixabay)

Por Investing.com

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Após o feriado da última sexta-feira, do Festival da Lua, os contratos futuros do minério de ferro tiveram nesta segunda-feira um novo dia de valorização. O ativo de maior volume de negócios, com data de vencimento para janeiro do próximo ano, encerrou a 670,50 iuanes por tonelada, uma variação de 0,45% na comparação com o valor de liquidação anterior de 667,50 iuanes, representando uma alta de 3,00 iuanes.

No mesmo sentido, a jornada foi de ganhos para os preços internacionais do vergalhão de aço, que são transacionados na também chinesa bolsa de mercadorias de Xangai. O contato de maior liquidez, de janeiro de 2020, somou 62 iuanes para 3.564 iuanes por tonelada.

As ações da China começaram a semana mais fraca, embora as perdas tenham sido limitadas por alívios nos atritos comerciais entre Estados Unidos e China, enquanto dados econômicos sombrios desta segunda-feira aumentaram as esperanças de que Pequim aplique mais estímulos para sustentar a economia.

A desaceleração nos setores manufatureiro e consumidor da China aprofundou-se em agosto, com a produção industrial crescendo no ritmo mais fraco em 17 anos e meio, um sinal de crescente fraqueza em uma economia esmagada por obstáculos ao comércio e pela fraca demanda doméstica.

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O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse em uma entrevista publicada antes dos dados desta segunda-feira que seria “muito difícil” para a economia continuar crescendo a 6% ou mais e que enfrentava “pressão descendente”.

Analistas dizem esperar que os dados mais recentes levem a mais cortes nas principais taxas de empréstimos pelas autoridades chinesas. Os investidores também analisaram as últimas notícias e comentários em busca de sinais de alívio na disputa comercial sino-americana.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na quinta-feira que preferia um acordo comercial abrangente com a China, mas não descartou a possibilidade de um pacto provisório, mesmo quando disse que um acordo “fácil” não seria possível.

As declarações de Trump vieram depois que a China e os Estados Unidos fizeram gestos conciliatórios —incluindo compras da China de soja norte-americana— conforme os dois lados se preparam para novas rodadas de negociações.

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