Mesmo com queda de 30% nos preços, rede da Solana (SOL) recebe mais de US$ 2,6 bilhões de outras blockchains

Os preços da Solana (SOL) caem cerca de 33% desde o começo de 2025. Porém, a rede (blockchain) da sexta maior criptomoeda do mundo captou aproximadamente US$ 2,68 bilhões de outros ecossistemas no mesmo intervalo de tempo.
De acordo com dados do Artemis Terminal, mais de 70% desses recursos (cerca de US$ 1,89 bilhões) vieram da rede do ethereum (ETH), sua principal concorrente.
Vale lembrar que esses agregadores de métricas on-chain podem não ser tão precisos, dado o caráter semianônimo da blockchain. Ainda assim, os números são bastante impressionantes.
Verdade seja dita, o número é bastante menor do que o montante de US$ 13 bilhões enviado para a rede do ethereum de todas as outras blockchains do planeta.

Porém, os dados mostram um crescimento da solana, que vem ganhando destaque em meio a pressão sobre os preços do token ETH, que recua 43% em 2025.
- VEJA MAIS: Confira tudo o que está movimentando o agronegócio brasileiro com a cobertura especial do Agro Times; cadastre-se aqui
Ingresso de recursos não afeta preços da solana e ethereum
A solana é um dos projetos mais promissores para 2025 justamente porque a rede se mostrou eficaz na criação de projetos, além de ser mais rápida e barata do que a blockchain do ethereum.
Porém, o atual cenário de incertezas macroeconômicas pesou sobre as altcoins, as criptomoedas alternativas. Veja aqui como o “tarifaço” de Donald Trump afeta os ativos digitais.
De acordo com o Coin Market Cap, o momento é mais favorável ao bitcoin (BTC) do que a uma altseason — isto é, um momento de valorização de projetos fora do convencional.
Vale lembrar ainda que o mercado de criptomoedas é majoritariamente formado por altcoins e que essas moedas tendem a ser mais voláteis do que os preços do bitcoin. Por isso, o investidor deve manter uma parcela responsável dos seus investimentos nesse tipo de ativo digital.
Dito isso, há uma expectativa de que a própria solana recobre patamares de preço próximos dos US$ 150, o que representa uma valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais.