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IPOs: vantagens, desvantagens e como fazer a melhor escolha

17/11/2017 - 16:50

Os bons resultados na Bolsa e a melhora da economia fizeram de 2017 o ano da retomada gradual dos IPOs. Desde o começo do ano, oito empresas abriram capital no mercado brasileiro. E, até outubro, mais quatro estavam na fila para fazer o mesmo. Participar de um IPO pode ser um excelente investimento, mas, para tanto, é preciso ler e entender o prospecto da oferta para acompanhar de perto as condições das empresas – e descobrir se vale ou não investir seu dinheiro na companhia. Saiba mais aqui.

Nos últimos três anos, apenas três IPOs foram realizados – média de um por ano. No entanto, em 2017, tudo mudou, e os IPOs voltaram à Bolsa. Até outubro, oito empresas, entre elas Azul, Camil e Hermes Pardini, abriram seu capital. Outras três seguem em análise na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e outras duas entraram com pedidos. Mas, na prática, o que isso significa para a economia e para o investidor? Como descobrir qual oferta vale a pena aderir?

Antes de mais nada, é importante entender o que é um IPO e o que está por trás da listagem de uma empresa na Bolsa. A sigla IPO, em inglês, significa Initial Public Offering (ou oferta pública inicial). Trata-se da entrada de uma companhia na Bolsa de Valores, a partir da emissão de ações para captar recursos. Quando uma companhia é listada na Bolsa, ela pode negociar suas ações com o público em geral, dando acesso a qualquer investidor para se tornar sócio dela, seja participando da oferta ou comprando ações depois da estreia.

Com os juros mais baixos, a atratividade de ativos mais arriscados só cresce. E isso beneficia diretamente a Bolsa. “A economia tem dado alguns sinais de recuperação e pelo menos, em termo de confiança, temos sentindo uma melhora. Por isso, naturalmente o ambiente fica mais favorável para as empresas voltarem a captar recursos no mercado de capitais”, explica Beatriz Cutait, planejadora financeira CFP® na Empiricus que escreve a série Você Investidor.

Portanto, a quantidade de IPOs emitidos está diretamente relacionada à saúde econômica do país. “A entrada de muitas empresas na Bolsa é uma sinalização positiva, mesmo que ainda em um ritmo lento. Torço para que este número cresça não apenas nos próximos meses, mas no próximo ano também”, avalia Beatriz.

Em 2018, tudo vai depender do ritmo da recuperação da economia brasileira. Para a planejadora financeira, se as condições continuarem como hoje, a tendência é que mais empresas abram seu capital. “A perspectiva é favorável, mas vale lembrar que ano de eleição adiciona incertezas ao cenário”, destaca.

Ficou interessado em IPO, mas ainda está inseguro sobre quando ou qual é a melhor empresa para investir? A Empiricus tem relatórios exclusivos sobre o assunto na série Você Investidor, produzido pela Beatriz Cutait. Na série, ela fala sobre os IPOs de 2017, trata da avaliação das empresas pela equipe de análise da casa e revela quais são as melhores opções de investimento.

 

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