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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado internacional desta segunda

Investing.com Brasil - 15/04/2019 - 8:11

Por Investing.com

Confira as cinco principais notícias desta segunda-feira, 15 de abril, sobre os mercados financeiros:

1. Goldman e Citigroup anunciam resultados do primeiro trimestre

O Goldman Sachs e o Citigroup serão o foco do mercado nesta segunda-feira, já que ambos os bancos divulgam os lucros do primeiro trimestre antes da abertura. Eles serão seguidos pelo Bank of America na terça-feira e pelo Morgan Stanley na quarta-feira.

O JPMorgan elevou o nível na sexta-feira com receita e lucro recorde no primeiro trimestre, estabelecendo um tom positivo para a temporada de resultados.

O banco está voando alto em face da expectativa geral de um trimestre decepcionante. A FactSet espera que os lucros das empresas no setor de serviços S&P 500 caiam 4,2%, o que seria o primeiro declínio anual desde o segundo trimestre de 2016.

2. Bolsas de todo o mundo próximas à alta de 6 meses

A cautela reinou nos mercados de ações globais nesta segunda-feira após as ações fecharem em alta de seis meses na semana passada e os investidores de olho em uma semana mais curta de lucros e dados econômicos importantes.

Embora a maioria dos principais mercados financeiros esteja fechada na sexta-feira para o início dos feriados da Páscoa, várias empresas devem divulgar os lucros nos Estados Unidos, enquanto o país também vai divulgar atualizações econômicas sobre o mercado imobiliário, vendas no varejo, produção industrial e comércio. A China vai ganhar destaque na quarta-feira, divulgando os números do crescimento econômico do primeiro trimestre.

Futuros apontam para uma abertura abaixo do normal. Às 6h44, o blue chip futuros do Dow subia 41 pontos, ou 0,2%, os futuros do S&P 500 ficaram estáveis, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 também não foi alterado.

Do outro lado do Atlântico, bolsas europeias se esforçaram para manter os ganhos, apesar de uma rodada de fusões e aquisições que segurou o ânimo do mercado.

Mais cedo, bolsas asiáticas encerraram sem direção definida, com o Shanghai Composite da China recuando 0,3%, enquanto o Nikkei do Japão fechando em alta de 1,4%.

3. Trump culpa Fed por ações ‘fracas’, Draghi apóia Powell

O presidente Donald Trump deu outra cutucada na política do Federal Reserve durante o fim de semana, culpando os aumentos nas taxas de juros e o “aperto quantitativo” por frear as ações e o crescimento.

“Se o Fed tivesse feito o seu trabalho corretamente, o que não aconteceu, o mercado de ações teria subido de 5.000 para 10.000 pontos adicionais e o PIB teria ficado bem acima de 4%”, Trump twittou no domingo.

4. O petróleo cai à frente da reunião da OPEP

Um aumento na a atividade de perfuração nos EUA foi o suficiente para colocar os touros do petróleo em alerta na segunda-feira enquanto os negociantes esperavam uma reunião dos principais produtores de petróleo que vai acontecer nesta semana.

Ministros do petróleo da OPEP, Rússia e outros grandes países produtores se reunirão em Viena na quarta e quinta-feira para decidir sobre a política de produção para os próximos seis meses. Notícias sugerem que o grupo adiará uma decisão concreta sobre se deve ou não estender um acordo sobre restrição de produção que tem sido um fator importante por trás da alta de petróleo até agora este ano. A Arábia Saudita argumentou que uma continuação ainda é necessária, enquanto a Rússia, em particular, sinalizou que não concorda.

Os contratos futuros de petróleo dos EUA perdiam 55 centavos, ou 0,9%, para US$ 63,34 às 6h44, enquanto o petróleo Brent estava em baixa de 52 centavos, ou 0,7%, cotado a US$ 71,03.

Depois que o petróleo teve mais um ganho semanal, os dados da Baker Hughes mostraram na sexta-feira que a contagem semanal de sondas, um indicador precoce da produção futura nos EUA, subiu em duas unidades na semana passada, após o aumento de 15 plataformas na semana anterior. Quanto mais os preços do petróleo permanecerem em seu atual nível elevado, mais provável é que os produtores de xisto nos EUA aumentarão a produção, diminuindo a eficácia dos esforços liderados pela OPEP para reduzir a oferta.

5. Reunião de Primavera do FMI termina com esperanças de recuperação econômica

Os chefes das finanças globais encerraram as reuniões da Primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial no fim de semana, com uma nota cautelosamente otimista.

Enquanto os investidores esperam pelos números do crescimento do primeiro trimestre da China na quarta-feira, as autoridades demonstraram preocupação com a desaceleração da economia global, mas expressaram sua confiança de que uma recuperação está próxima.

Um passo generalizado para conter o aperto da política monetária pelos bancos centrais do mundo, o aumento do estímulo da China e o alívio das tensões comerciais entre Washington e Pequim foram citados como razões para se esperar uma virada na desaceleração do crescimento em escala global.

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