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ETFs de bitcoin (BTC) sangram mais de US$ 4 bilhões no segundo trimestre do ano e pressionam preços da criptomoeda

26 jun 2026, 9:21 - atualizado em 26 jun 2026, 9:21
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Bitcoin (BTC) em queda; criptomoedas no vermelho (Imagem: iStock)

Os fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin (BTC) à vista (spot) dos Estados Unidos registraram uma saída líquida de mais de US$ 4 bilhões ao longo do segundo trimestre de 2026 até o momento.

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De acordo com dados do agregador SoSoValue, os ETFs de bitcoin à vista dos EUA acumularam uma saída líquida de aproximadamente US$ 4,07 bilhões no segundo trimestre.

Em abril, os ETFs encerraram com uma entrada líquida de cerca de US$ 1,97 bilhão. Em maio, os investidores retiraram US$ 2,43 bilhões, enquanto, até o momento, em junho, esses fundos liquidaram US$ 3,61 bilhões em BTC.

Com isso, os ETFs de bitcoin dos EUA registraram aproximadamente US$ 6,04 bilhões em saídas líquidas nos últimos dois meses. No momento da publicação, os fundos somavam US$ 72,57 bilhões em ativos líquidos.

IBIT, da BlackRock, lidera as saídas entre os ETFs de bitcoin (BTC)

No segundo trimestre até agora, o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, registrou uma saída líquida de aproximadamente US$ 2,01 bilhões. Apenas nos últimos dois meses, o fundo vendeu US$ 4,02 bilhões, reduzindo seu patrimônio líquido para cerca de US$ 44,43 bilhões.

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Enquanto isso, o Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) registrou vendas de US$ 889,03 milhões ao longo dos últimos três meses, encerrando o período com US$ 10,34 bilhões em ativos líquidos.

Os saques dos principais ETFs spot de BTC refletiram também no preço do ativo, que passou a ser negociado abaixo do patamar psicológico de US$ 60 mil desde a última quinta-feira (25).

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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