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Eneva (ENEV3): Atmos, Dynamo e Velt encerram acordo de acionistas na companhia

31 mar 2025, 9:25 - atualizado em 31 mar 2025, 9:25
eneva
Acordo de acionistas das gestoras Dynamo, Atmos e Velt na Eneva é encerrado (Imagem: Divulgação/Eneva)

A Eneva (ENEV3) informou ao mercado que a Atmos Capital, Dynamo Administração de Recursos, Dynamo Internacional e Velt Partners realizaram o distrato do acordo de acionistas que detinham desde 2020 na companhia, conforme carta enviada na última sexta-feira (28).

Com isso, não há mais vínculo das gestoras, entre si ou com terceiro, por um acordo de acionistas referente às ações da companhia.

A participação atualmente detida pela Atimos é de 76.156.431 ações ordinárias, equivalentes a 3,94% do capital social da Eneva.

Já a participação acionária detida pela Dynamo atingiu o montante de 191.897.056 ações ordinárias, equivalentes a 9,93%, sendo que os veículos de investidores da gestora detém ainda 2.000.000 ações ordinárias em empréstimos doadores.

Por fim, a participação acionária na companhia atualmente detida pelos veículos de investimento geridos pela Velt é de 25.036.931 ações ordinárias, equivalentes a 1,30% do capital social da Eneva.

A carta destaca que as participações acionárias mencionadas visam apenas o investimento na Eneva, sem buscar um percentual de posição específico na companhia.

O bloco chegou a deter 565.802.704 ações, equivalente a 35,7% da empresa de energia.

Movimentações na Eneva

Na última semana, proposta da companhia que será votada em assembleia geral de acionistas, marcada para 30 de abril, mostrou que presidente do conselho de administração e sócio do BTG Pactual, André Esteves, deve ocupar um lugar no conselho.

O movimento reforça a aposta do banco na Eneva, uma das maiores geradoras termelétricas a gás do Brasil, que vem se posicionando diante de outros grandes nomes, como Petrobras e a Âmbar.

No ano passado, as companhias anunciaram uma operação em que a Eneva fechou a compra de participações de fundos do BTG em quatro ativos de geração de energia termelétrica por um total de R$ 2,9 bilhões.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas.
lorena.matos@moneytimes.com.br
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