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ELAS: Escola de liderança feminina alcança mais de 3.000 mulheres em 2018

Diana Cheng - 16/03/2019 - 10:15
Carine Roos e Amanda Gomes, fundadoras da ELAS (Imagem: Divulgação)

A participação da mulher em cargos de liderança continua sendo inferior, segundo dados da última pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A representatividade é de apenas 39,1%. Pensando em reverter este cenário, duas empreendedoras fundaram a ELAS, primeira escola de liderança feminina no Brasil. O programa alcançou mais de 3.000 mulheres e certificou cerca de 180 só em 2018.

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A ELAS fornece mentorias, workshops, palestras, cursos e treinamentos, que abrange uma formação mais completa. O programa é dividido em três módulos, voltado para mulheres que desejam desenvolver o autoconhecimento e certas técnicas de negociação e influência, alinhados aos Sete Princípios do Empoderamento das Mulheres nas Empresas, defendidos pela ONU.

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De acordo com Carine Roos e Amanda Gomes, fundadoras da escola, o maior objetivo é desenvolver a confiança das participantes para que elas se tornem aptas a assumirem posições de destaque no mundo.

“Nós sempre vimos muitas iniciativas de apoio, mas poucas ações práticas capazes de transformar esse cenário”, admite Roos.

De cem mulheres certificadas, a ELAS chegou à conclusão de que 30% receberam salários maiores ou foram promovidas. Além dessa conquista, as participantes também ressaltam a melhora na produtividade, no foco, na comunicação e no desenvolvimento pessoal.

“Nós identificamos que nossas alunas finalizam o curso mais ambiciosas para conquistar espaços no mercado de trabalho e cientes de seus valores como pessoa e mulher”, completa Gomes.

Saiba mais no site do programa.

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