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Confira 7 previsões para a economia brasileira em 2019, segundo a CNI

Diana Cheng - 04/01/2019 - 16:43

Dinheiro

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta sexta-feira (4) suas estimativas para o ano de 2019 na edição especial do Informe Conjuntural – Economia Brasileira. De acordo com a confederação, a economia e a indústria brasileira terão um desempenho melhor do que em 2018. A expectativa é de que o PIB (Produto Interno Bruto) cresça 2,7% e que a indústria expanda 3%.

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Porém, a CNI faz uma ressalva: “essas estimativas só se confirmarão se o novo governo eleito fizer o ajuste duradouro nas contas públicas, avançar nas reformas estruturantes, como a previdenciária e a tributária, e adotar medidas para melhorar o ambiente de negócios, entre as quais estão a desburocratização”.

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Confira as sete previsões da confederação para este ano:

Crescimento de 2,7% da economia

Com a implantação das reformas no novo governo, a expectativa é de que a economia cresça. Espera-se que, com as melhorias nos negócios e o aumento da confiança dos empresários e consumidores, a taxa de crescimento alcance até 3%.

Expansão de 3% da indústria

Segundo a confederação, o setor industrial brasileiro deve fechar 2019 com uma expansão de 3%. Estima-se que os principais fatores para alavancar a trajetória seja o consumo e os investimentos. As indústrias extrativa, de transformação e da construção devem crescer, respectivamente, 2,2%, 4,8% e 0,3%.

Aumento de 6,5% dos investimentos

Em 2018, o indicador de intenção de investimentos da CNI revelou que os empresários estão investindo mais. Com o quadro de melhoria da economia, prevê-se que os investimentos cresçam 6,5% neste ano.

Expansão de 2,9% do consumo das famílias

As famílias devem consumir 2,9% mais em 2019, por conta de diversos fatores: recuperação da atividade econômica, controle da inflação, queda do desemprego, redução dos juros e recuperação das finanças.

Diminuição de 11,4% da taxa de desemprego

Estima-se que o número de contratos em 2019 supere o número alcançado em 2017, e que a taxa média de desemprego seja um ponto percentual menor do que a do ano passado.

Inflação de 4,1%; menor do que a meta 

Ainda que o ritmo de crescimento da economia comece a acelerar, a inflação deve ficar abaixo do centro da meta fixada pelo Banco Central, de 4,25%. A alta ociosidade da economia, assim como os elevados índices da taxa de desemprego, são os principais motivos numerados pela CNI.

Taxa média de juro de 6,83% ao ano

De acordo com a confederação, o juro básico deve subir um ponto percentual no segundo semestre devido ao crescimento econômico.

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