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China descarta uso de QE, reafirma foco em economia real e na queda do desemprego

Valter Outeiro da Silveira - 15/03/2019 - 8:41
Governo privilegiará estímulos à economia real, ao invés de flexibilização monetária

A China manterá a estratégia atual de estímulos econômicos, sem apelar para o QE (Quantative Easing) ou para expansão maciça da política fiscal, conforme o premiê Li Keqiang.

“Nós certamente necessitamos tomar medidas mais fortes para conter a pressão descendente”, disse Li Keqiang, no fechamento da conferência anual do Congresso Nacional do Povo. “Uma abordagem indiscriminada pode funcionar no curto prazo, mas pode levar a problemas futuros”, completou o premiê, declarando que está não é “opção viável”.

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Neste sentido, o governo chinês pretende dar suporte aos players do mercado, como realização de cortes de impostos de 2 trilhões de iuanes (US$ 298 bilhões) e não resgatá-los. “Não vamos agir via flexibilização monetária, mas efetivamente dando suporte à economia real”

Foco no desemprego

O PBoC (People’s Bank of China) também cortou as taxas de exigências de reservas bancárias diversas vezes desde o último ano, ferramenta que deverá ser continuada pelo governo, de acordo com o premiê.

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Li Keqiang reiterou a nova ênfase do governo em conter as perdas de postos de trabalho diante da desaceleração econômica vigente, após dados oficiais relatarem alta na taxa de desemprego para 5,3% em fevereiro – maior patamar em dois anos.

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