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Ação do BRB (BSLI4) decola e dobra de valor após aquisição do Banco Master

31 mar 2025, 12:16 - atualizado em 31 mar 2025, 18:01
(Foto: Divulgação/Youtube Banco Master)

As ações do Banco de Brasília (BRB) (BSLI4) disparavam quase 100% nesta segunda-feira (31), depois que a instituição anunciou a compra do Banco Master na sexta.

Por volta das 11h25 (horário de Brasília), as ações do BRB praticamente dobravam de valor, para R$ 14,98, após terem iniciado a sessão valendo R$7,53.

Os papéis fecharam a sessão com avanço de 90,34%, a R$ 13.

A aquisição foi aprovada na sexta-feira pelo conselho de administração do BRB, mas a operação ainda está sujeita a aprovações precedentes, incluindo do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O preço de aquisição será equivalente a 75% do patrimônio líquido consolidado do Banco Master, ajustado por eventuais “baixas de ativos ou reconhecimentos de apontamentos no balanço do Banco Master”, disse o BRB, sem fornecer mais detalhes.

Com 8,9 milhões de clientes, R$ 61 bilhões em ativos e atuação em 20 estados, o BRB diz que se consolida sua presença nacional no varejo bancário, crédito imobiliário, agronegócio, setor público, meios de pagamento, seguros e investimentos.

“O Banco Master, por sua vez, agrega expertise em cartão de crédito consignado, câmbio, mercado de capitais e atacado, áreas nas quais tem apresentado crescimento significativo nos últimos anos. Essa especialização complementa a estrutura do BRB, ampliando o alcance e a diversificação dos serviços oferecidos”, disse a empresa na sexta.

CEO do BRB defende ativos

Em entrevista ao Estadão, o CEO do BRB, Paulo Henrique Costa, defendeu a operação e disse que espera análise priorizada no Banco Central.

“Quando a gente puder comunicar ao mercado o escopo exato da transação, vai ficar muito claro o quanto esse banco é competitivo, o quanto esse banco é tradicional”, afirmou. O CEO voltou a dizer que os ativos arriscados, como precatórios, ficarão de fora de operação.

“Mapeamos algo perto de R$ 23 bilhões em negócios de precatórios, de direitos creditórios, de ações judiciais, de fundos de investimento em ações de empresas que o BRB não tem interesse em adquirir ou de participar desse modelo de negócio”.

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