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Bradesco revela indicações Top 10, arrojadas e de dividendos para outubro

Gustavo Kahil - 01/10/2018 - 18:58

O Bradesco revelou as suas sugestões de investimentos para outubro em suas carteiras Top 10, Arrojada e Dividendos, mostra um relatório enviado a clientes. O banco destacou que a baixa visibilidade pediu uma alocação em ações diversificadas.

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“Nossas escolhas são predominantemente baseadas na análise dos lucros das empresas, combinando o que vislumbramos no cenário macroeconômico”, ressalta o estrategista para pessoas físicas José Cataldo.

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Ele diz ainda que gosta de empresas com boas expectativas de distribuição de dividendos no curto prazo e aquelas com atuação em mercados internacionais e/ou exposição das receitas em dólar.

Top 10

Para outubro, o Bradesco escolheu excluir as ações da MRV (MRVE3) e incluir os papéis da Vale (VALE3). A saída da construtura se deve, explica o banco, às restrições orçamentárias que devem atrapalhar os planos de crescimento da MRV. A empresa quer lançar 50 mil e 60 mil unidades em 2018 e 2019, respectivamente.

A mineradora foi escolhida por acreditar que a desvalorização do real “está longe” de ser precificada, enquanto os preços do minério de ferro continuam sendo negociados em níveis saudáveis. “Cada 10% de variação do real é igual a US$ 150 milhões de Ebitda”, calcula o Bradesco.

Dividendos

O portfólio de outubro do Bradesco tem duas trocas. Saem os papéis da MRV (MRVE3) e Tim (TIMP3) e entram os ativos da Cyrela (CYRE3) e Ambev (ABEV3).

Segundo o documento, a troca de MRV por Cyrela é tático por mostrar um momento de risco e retorno mais interessante no momento. Já na Tim, o Bradesco não vê mais direcionadores de curto prazo. “No caso da inclusão da Ambev, a escolha é uma opção estratégica, de adicionar uma empresa reconhecida de bons fundamentos e de perfil mais defensivo para um período de maior volatilidade”, aponta o banco.

Arrojada

Por fim, o portfólio arrojado conta com três mudanças. Deixam a lista os papéis da Suzano (SUZB3), Copasa (CSMG3) e MRV (MRVE3), para dar espaço a Embraer (EMBR3), Itaú Unibanco (ITUB4) e Gerdau (GGBR4).

O Bradesco explica que, assim como a Suzano, a Embraer possui um bom hedge cambial. Ela, entretanto, é mais atraente devido ao acordo com a Boeing. E o banco calcula que a companhia possa usar entre 24% e 48% dos US$ 3,8 bilhões pagos pela americana para distribuir como um dividendo especial em 2019. “As demais trocas podem ser consideradas movimentos táticos”, ressalta a avaliação.

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