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Boa Safra (SOJA3) vai recomprar até 5% das ações em circulação; veja quando começa

27 out 2026, 19:34
boa safra soja3
(Foto: Divulgação)

A Boa Safra (SOJA3) aprovou um novo programa de recompra de ações que prevê a aquisição de até 2,89 milhões de papéis ordinários, o equivalente a 5% das ações em circulação no mercado. O programa foi aprovado pelo conselho de administração nesta terça-feira (27) e terá início em 15 de novembro.

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As recompras poderão ocorrer ao longo de 12 meses, até 15 de novembro de 2027, por meio de operações na B3 e a preços de mercado. A XP Investimentos será a intermediária das transações, enquanto a diretoria da companhia ficará responsável por definir as datas e as quantidades de ações a serem adquiridas.

Segundo a empresa, o objetivo é maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma gestão eficiente da estrutura de capital. Os papéis comprados poderão ser mantidos em tesouraria para posterior cancelamento, alienação ou utilização em programas de remuneração baseada em ações para administradores, entre outras finalidades previstas em lei.

A companhia afirma que a recompra poderá aumentar o retorno dos acionistas por meio de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), uma vez que as ações mantidas em tesouraria não têm direito ao recebimento desses proventos. Caso os papéis sejam cancelados, também poderá haver aumento proporcional da participação dos demais acionistas na empresa.

Recursos para a recompra

De acordo com o comunicado, a Boa Safra possui atualmente 57,9 milhões de ações ordinárias em circulação e mantém 840,8 mil papéis em tesouraria, equivalentes a 0,59% das ações emitidas.

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A empresa informou que dispõe de R$ 18,5 milhões em recursos para a execução do programa, com base nas informações financeiras referentes ao semestre encerrado em 30 de junho de 2026. O montante é composto por reservas de capital e resultado já realizado no exercício.

A efetiva aquisição do volume máximo de ações dependerá, porém, da disponibilidade de recursos no momento das operações e do cumprimento dos limites previstos na regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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