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Bitcoin já é mais famoso que o dólar como investimento: veja o que mais revelou a primeira pesquisa nacional de criptomoedas

27 mar 2025, 14:29 - atualizado em 27 mar 2025, 14:29
Bitcoin
O levantamento foi feito pelo Datafolha e pela Paradigma Education, com apoio da Coinbase e da Hashdex. O Datafolha entrevistou 2,.07 pessoas em 113 municípios. (Imagem: Freepik)

A 1ª Pesquisa Nacional das Criptomoedas revelou que o bitcoin (BTC) e as criptomoedas de modo geral são um investimento mais famoso do que dólar ou outras moedas na carteira dos brasileiros.

O levantamento foi feito pelo Datafolha e pela Paradigma Education, com apoio da Coinbase e da Hashdex. O Datafolha entrevistou 2,.07 pessoas em 113 municípios. 

Com isso, as criptomoedas já figuram entre as cinco formas mais populares de investimento entre brasileiros, atrás somente da poupança, imóveis — e o popular dinheiro no colchão.

Moedas digitais estão tecnicamente empatadas com Fundos de investimento, de acordo com o levantamento.

No total, são 25 milhões de brasileiros — o que representa 16% da população — têm ou já tiveram criptomoedas. Isso faz do Brasil um dos 10 maiores mercados consumidores de cripto do planeta.

O Brasil fica atrás apenas da Índia (1º lugar), Estados Unidos (2º), China (3º), Indonésia (4º), Turquia (5º) e Nigéria (6º) entre os maiores mercados das criptomoedas. 

Dessa forma, o levantamento aponta que 54% dos brasileiros dizem conhecer o bitcoin. Contudo, apesar da popularidade da maior criptomoeda do planeta, a pesquisa identificou que ⅔ daqueles que conhecem BTC não conhecem nenhuma outra moeda digital. 

Características dos brasileiros que investem em criptomoedas

A pesquisa apontou que a maior parte dos brasileiros que conhecem o bitcoin tem entre 16 e 24 anos (80%), mora na região Sudeste (65%) e é do gênero masculino (64%).

Dos entrevistados, 63% não consideram que o sistema financeiro é justo para todos da mesma maneira e 74% acredita que o mesmo sistema poderia se beneficiar de uma modernização.

Inclusive, a pesquisa mostra que a popularização das criptomoedas nos aplicativos de bancos digitais, como foi o caso do Nubank, ajudou na adoção de ativos relacionados.

Há uma expectativa de que o Drex, o real digital, tenha um impacto semelhante, de acordo com o levantamento. 

Por fim, mais de três milhões de brasileiros têm sua própria carteira (wallet) — ou seja, cerca de 2% fazem auto custódia. 

O caminho que o bitcoin (BTC) ainda precisa seguir

Vale dizer que a pesquisa não mostra apenas o lado positivo do mercado de criptomoedas aqui no Brasil,

A visão que predomina entre os entrevistados pela pesquisa é de que o bitcoin se parece mais com o mercado de ações (45% acreditam nisso) e bets (29%) do que com o ouro (10%).

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