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As 5 principais notícias do mercado internacional desta segunda-feira

Investing.com Brasil - 20/05/2019 - 8:09
Veja as 5 noticias que rondam o mercado internacional

Por Investing.com

Confira as cinco principais notícias desta segunda-feira, 20 de maio, sobre os mercados financeiros:

1. Ações caem com início do boicote de empresas americanas à Huawei

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As ações de tecnologia estão definidas para abrir drasticamente em baixa após os notícias no fim de semana dizendo que a Qualcomm (NASDAQ:QCOM), a Broadcom (NASDAQ:AVGO) e outros pararam de enviar componentes para Huawei na sequência da ordem executiva da semana passada. A Alphabet (NASDAQ:GOOGL) também teria suspendido o licenciamento de software Android para smartphones da Huawei, o que representa um duro golpe para a empresa chinesa.

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A partir das 6h30, o índice de tecnologia Nasdaq 100 caía 36 pontos, ou 0,5%, enquanto os futuros do S&P 500 ficavam abaixo de 3,9 os pontos e os futuros do Dow caíam 31 pontos, ambos representando uma queda de 0,1%.

Futuros do minério de ferro avançam 2,23% na bolsa chinesa da Dalian

Durante a noite, o índice CSI 300 da China havia perdido 0,9%, enquanto as bolsas da Europa caíram após um começo misto. Os fabricantes de chips Infineon (OTC:IFNNY) e a STMicroelectronics (NYSE:STM) estavam entre os maiores perdedores.

2. Função de reação de Powell

Nada menos que quatro altos funcionários do Federal Reserve vão falar em público hoje, o que deve dar aos mercados uma idéia decente de como o banco central pretende reagir ao impacto de uma crescente disputa comercial sobre a economia.

O presidente do Fed de Filadélfia Patrick Harker estará nos holofortes às 10h30, seguido pelo vice-presidente Richard Clarida e pelo presidente do Fed de Nova York John Williams às 13h05. O presidente do Fed Jerome Powell encerra o dia com um discurso às 20h00.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro com vencimento de dois anos, a 2,22%, ainda estão quase 20 pontos-base abaixo dos títulos de três meses, o que aumenta a crença generalizada de que o Fed reduzirá as taxas em algum momento ao longo do próximo ano provavelmente para enfrentar um enfraquecimento da economia.

3. Preços do petróleo voláteis em meio a sinais de divisão entre a Arábia Saudita e a Rússia

Os preços do petróleo mudaram rapidamente nesta manhã de segunda-feira, quando surgiram sinais de divisão entre os maiores exportadores do mundo sobre a possibilidade de manter os barris fora do mercado depois de junho, quando termina o atual acordo “OPEP+”.

O ministro de Petróleo da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse no fim de semana que há apoio para estender o acordo, enquanto o ministro de Energia da Rússia, Alexander Novak, advertiu que as partes ainda estão explorando “várias opções”.

Os preços ainda estão sendo apoiados por tensões geopolíticas enquanto os EUA se confronta com o Irã, e a Rússia ainda está lutando para remover o óleo contaminado de seu sistema de dutos de exportação.

Às 6h45, futuros do WTI subiam 0,5%, para US$ 63,22 por barril, enquanto os futuros da a mistura internacional de Brent subiam 0,6%, para US$ 72,61.

4. Vitórias para Modi e Morrison impulsionam mercados indiano e australiano

A maior democracia do mundo devolveu ao poder a coalizão liderada pelo BJP de Narendra Modi, de acordo com estimativas preliminares. Isso levou a rúpia a subir mais de 1% em relação ao dólar, uma alta de duas semanas e levou o índice de referência Nifty 50 a subir 3,7% batendo um recorde histórico.

Enquanto isso, o dólar australiano ganhava 0,8% contra o dólar e o índice australiano S&P/ASX 200 subia 1,8% após o primeiro-ministro Scott Morrison dos partido Conservador que é pró-mercado, venceram surpreendentemente as eleições gerais na Austrália, contrariando a previsão das pesquisas de opinião que garantiam que haveria perda de sua maioria.

5. Populistas em marcha

euro permaneceu sob pressão no início de uma semana que vai ter eleições para o Parlamento da União Européia, em meio a indicações de que os principais partidos políticos do continente estão preparados para mais perdas para partidos populistas de direita.

Independentemente do resultado, a presidência da poderosa Comissão Européia provavelmente permanecerá nas mãos do Partido do Povo Europeu de centro-direita (que inclui os democratas cristãos da chanceler alemã Angela Merkel) ou de um de seus rivais centristas ou de centro-esquerda.

Os partidos políticos de extrema direita ganham força na UE

No entanto, um grande ganho de assentos para os partidos menores pode tornar mais difícil para a UE adotar qualquer legislação importante para os próximos cinco anos, dados os amplos poderes do parlamento da UE.

A votação deve começar na quinta-feira e continuará nos próximos dias.

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