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Queridinho do momento, Pix vira pedra no sapato para bancos

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O Pix, sistema de pagamento instantâneo lançado pelo Banco Central, já caiu na graça do brasileiro por conta de sua praticidade e gratuidade 

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O novo sistema tem obtido rapidamente a aceitação do público e manteve um forte crescimento médio ponderado, tanto em volume de dinheiro quanto em número de transações desde novembro

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De acordo com a XP, em relatório obtido pelo Money Times, não é novidade que o uso do Pix em transações mudaria o mercado, mas o ritmo que tem conseguido manter é excelente 

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“O Pix ultrapassou o TED em número de transações em janeiro de 2020, boletos março de 2021 e em abril de 2021 ultrapassando o uso de ambas as ferramentas combinadas”, afirmaram os analistas

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Ainda segundo a equipe, o PIX pode estar por trás da queda da utilização do cartão de débito no primeiro trimestre 

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“Do lado da transferência, vemos a sólida penetração do Pix como um fator negativo para os bancos em geral, especialmente para os incumbentes, já que costumavam cobrar R$ 10 de taxas por transação”

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No caso dos pagamentos, o impacto, segundo eles, é menos sentido, mas é possível ver alguns dos temores se materializando

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Confira a análise completa 

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